| Alê's profileEspaço de Alê Silva.PhotosBlogLists | Help |
Apple oferece programação do iTunes a emissoras de TV![]() A Apple fabrica um gadget chamado Apple TV, que é na verdade uma central doméstica de mídia - apesar do nome, não é um receptor de TV. Mas, ao que parece, a empresa quer mesmo entrar no setor de televisão e não só com um receptor, mas também como uma emissora. Pelo menos, é o que afirmam as fontes de Peter Kafka, do site All Things Digital, um dos mais influentes do mundo da tecnologia. Segundo as informações de Peter, a Apple estaria tentanto convencer as principais emissoras de TV a oferecer conteúdo via streaming por US$ 30 mensais - nada mal, comparado ao que se paga de TV a cabo hoje em dia. A matéria afirma ainda que o serviço oferecido não seria limitado a nenhum tipo de hardware (ou seja, não funcionaria apenas pelo Apple TV), mas seria distribuído através da iTunes Store, ou seja, poderia ser assistido em PCs, Macs, iPhones e iPods. A única pedra no caminho são os altos lucros oferecidos pela publicidade paga da TV tradicional, o que poderia esfriar o interesse das emissoras em relação à proposta da Apple. Mas essa receita vem caindo assustadoramente, principalmente com a crise mundial deste ano. Curiosamente, parte da queda deve-se a um aumento da oferta de serviços de transmissão online (categoria na qual a iTunes Store se encaixa) nesse mercado, portanto o campo de jogo pode estar mais nivelado num futuro próximo. Vale lembrar que Steve Jobs já é sócio de outra empresa, gigante do setor de entretenimento: o conglomerado Disney/Pixar/Marvel. Realidade Aumentada Quando os leitores segurarem a edição de dezembro da revista masculina Esquire, em frente a uma webcam, verão como a revista ganha vida na tela do computador: as letras "voam" e o ator Robert Downey Jr. "salta da capa". Ao girar ou inclinar a revista, a imagem reproduz os movimentos do gestos.
Os editores da revista estão claramente animados com o recurso chamado de "realidade aumentada", sua mais recente experimentação em busca da manutenção da vitalidade da mídia impressa em meio da invasão digital. "Me sentia como um homem das cavernas vendo o fogo pela primeira vez", disse o diretor de arte David Curcurito. A animação é desencadeada por um quadro que parece um jogo de palavras cruzadas, impresso abaixo da imagem de Downey. Há mais seis nas páginas da revista que chega às bancas em 16 de novembro e cada um deles aciona uma animação interativa diferente, além de um par de anúncios comerciais. Em tempos de crise para a indústria das revistas, as inovações da Esquire podem ser interpretadas como o futuro da mídia impressa ou como um golpe final frente a invasão da internet. A web também conquista parte das contas publicitárias e de leitores de revistas, por isso, os editores têm tentado dar mais impacto ao conteúdo impresso. A Time fez a prova com publicações que permitem aos consumidores combinar diferentes seções de oito de suas revistas. Entertainment Weekly colocou uma tela de vídeo em uma edição recente e a Esquire usou, no ano passado, tinta digital na capa de sua edição de 75º aniversário. Apesar de não dizer o quanto, o diretor da Esquire David Granger admitiu que este número custa mais do que o normal, mas a marca do carro Lexus assumiu parte do custo no pagamento de dois anúncios de "realidade aumentada". Ele disse que não pode usar esta tecnologia a cada mês, mas gostaria de fazê-lo o mais rápido possível. Ao contrário de muitas publicações em papel, embora venda menos publicidade, a Esquire tem sustentado a sua audiência. Na internet, onde publica alguns de seus artigos, vem atingindo números modestos, com 362 mil visitantes em setembro, segundo a comScore. Mas a sua circulação média cresceu de 38 mil cópias na presente década e, no segundo semestre de 2009 chegou a 718 mil, segundo o Buró de Audición de Circulaciones. Para que serve esse tal Google Wave?![]() ![]() Em desenvolvimento há dois anos num escritório de Sidney, Austrália, o Google Wave não precisou de alguns dias para se tornar o assunto digital mais comentado do mês.
O aplicativo de colaboração instantânea do Google causou comoção internacional quando a primeira leva de convites externos foi liberada – tornando-se, em questão de minutos, um dos assuntos mais discutidos não apenas no Twitter como em toda a web. Aberto para desenvolvedores há alguns meses, a versão que chega ao computador do usuário comum - e privilegiado com um convite (caso um usuário não convidado tente acessá-lo vai encontrar uma mensagem que diz: "Your Google Account has not yet been activated for Google Wave." – ainda é bastante inicial, incluindo apenas sua base de funcionalidades.
Já é o suficiente para que os convites sejam disputados até por leilão no eBay, provando que o Wave caminha para se tornar uma importante ferramenta nos ambientes de trabalho deste início de século. “A gente podia ficar mais um ano desenvolvendo, mas como é prática no Google, liberamos o serviço bem antes dele estar finalizado para estudarmos o impacto causado pelo uso contínuo”, explicou Lars Rasmussen, um dos criadores, ao lado do irmão Jens, do Google Wave.Não é só o custo tecnológico que está sendo analisado nesta fase de implementação, mas a própria forma como os usuários vão usar o serviço. Combinando funcionalidades comuns tanto ao e-mail quanto aos comunicadores instantâneos, o grande foco do Wave está nas pequenas facilidades que tornam o trabalho em equipe mais ágil e prático. Em vez de copiar destinatários na mesma mensagem, você adiciona cada um deles no mesmo fluxo de dados, a “onda” do Wave. A praticidade está no fato de que, pra cada recipiente copiado, o servidor de e-mail precisa criar uma nova mensagem individual – enquanto o Wave é único e editável por todos. Isso implica em um texto exibido sempre da mesma forma para todo mundo e elimina problemas como pessoas diferentes editando o texto ao mesmo tempo, anexos que precisam ser reencaminhados o tempo todo e destinatários copiados no meio da conversa que precisam se achar em um universo de informações prévias até encontrarem o fio da meada.
Lars explica que o Wave torna-se mais fácil de entender a partir de seu uso prático: “Uso-o para o trabalho, o dia inteiro, todos os dias. A maior parte das minhas discussões de trabalho acontecem no Wave agora.” Um dos problemas que a grande maioria dos usuários encontra atualmente no jovem aplicativo é justamente a falta de conhecidos ou pessoas de seu círculo de amigos inscritos no site – com os convites limitados a 8 por usuário, fica difícil transpor um grande catálogo de endereços à lista de contatos do comunicador. “As pessoas se cadastram, mas logo saem porque seus amigos ainda não estão lá”, diz Lars. Realmente, é complicado entender o Wave sem usar suas principais funcionalidades, como a colaboração em tempo-real – que permite que participantes de um mesmo Wave acompanhem o que está sendo digitado antes mesmo da edição terminar. Para os mais experientes, lembra a conversa em fóruns ou listas de discussão. Esse problema não ocorre com uma geração mais nova: “Trouxemos ao nosso escritório 30 crianças de um colégio local para que fizessem um exercício de redação criativa e em minutos elas já estavam familiarizadas com a ferramenta.” Sobre o que vem pela frente, Lars revelou que o grande foco do desenvolvimento até então eram os Waves e a forma como elas aconteceriam. Desde o pré-lançamento do produto, no entanto, o gerenciamento ganhou maior importância na lista de prioridades da equipe – que ainda inclui a integração do software com redes sociais e blogs, além da possibilidade de comunicação por voz. “Parece que já passou um ano”, diz Lars, sobre a avalanche de trabalho surgida desde que os primeiros convites começaram a ser enviados. Apesar de alguns sites afirmarem que o Wave ainda é “mais complicado que física nuclear”, Lars cita frase do criador da internet, Tim Berners-Lee, que dizia que o mais difícil de entender é “o poder da ideia". Fonte: http://portal.plugar.com.br
Agência espacial russa propõe criação de nave nuclear ![]() Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a dosagem de 300 miligramas de fumarato de tenofovir desoproxila para o tratamento da hepatite B crônica em adultos. A resolução está no Diário Oficial da União desta terça-feira, 27 de outubro de 2009.
O pedido para que o medicamento - utilizado no tratamento de pacientes com a aids - pudesse ser destinado também a doentes hepáticos foi feito à Anvisa pelo próprio Ministério da Saúde. Segundo a Anvisa, é a primeira vez que esse pedido parte do próprio ministério, e não do fabricante.
O fumarato de tenofovir desoproxila já é utilizado nos países da União Europeia e nos Estados Unidos nos casos de hepatite. No Brasil, até então, o uso estava restrito ao tratamento da aids. A previsão é de que pelo menos 2,5 mil pessoas com hepatite recebam a indicação do uso desse medicamento, já no primeiro ano.
Fonte: http://www.estadao.com.br Descoberto o mais distante aglomerado de galáxias
"Com certeza é o mais antigo sinal da presença de uma estrela individual no Universo", diz um dos autores de um dos trabalhos, Nial Tanvir, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Suspeitávamos de que estrelas assim existissem porque galáxias que observamos de quando o Universo tinha de 1 bilhão a 2 bilhões de anos não parecem objetos recém-nascidos". A explosão de raios gama detectada pelo Telescópio Espacial Swift, da Nasa, recebeu o nome de GRB 090423 e sua fonte é, atualmente, o mais antigo objeto conhecido no Universo. Observações posteriores foram feitas em várias instalações pelo mundo. Explosões de raios gama são os eventos mais energéticos de que se têm notícia, e os cientistas acreditam que podem estar associados à morte de estrelas muito maiores que o Sol, que explodem dando origem a buracos negros e estrelas de nêutrons. Astrônomos esperam que a descoberta de GRB 090423 ajude a estudar uma parte da chamada "Idade das Trevas" do Universo. "A Idade das Trevas teve duas fases", explica Tanvir. "A primeira, realmente escura, foi entre o Big Bang e a formação das primeiras estrelas. Nessa época, entre 1 milhão e talvez 100 milhões após o Big Bang, simplesmente não havia objetos emitindo luz". Mas, mesmo depois que as primeiras estrelas, como a que originou GRB 090423, acenderam-se, a parcela de sua radiação que poderia chegar até nós, sob a forma de luz visível, foi absorvida pelo gás flutuando no espaço. Esse período é a segunda fase da Idade das Trevas. "Depois de algumas centenas de milhões de anos, parece que as primeiras estrelas conseguiram, com sucesso ,ionizar o gás neutro entre as galáxias, e a luz foi capaz de passar". Fonte: http://www.estadao.com.br Busca por vacina se volta para pacientes "imunes" à Aids
Pesquisadores da Aids desejam ampliar mundialmente o estudo sobre um raro grupo de pessoas que, embora contaminadas pelo HIV, não têm uma proliferação do vírus nos seus organismos. Esses "controladores de elite" podem conter pistas importantes para a vacina contra a Aids, mas até agora os estudos sobre eles se concentram na América do Norte. Os pesquisadores desejam acompanhar essas pessoas também na Ásia, na África e na América Latina. Os chamados "controladores de elite" são pacientes saudáveis, sem sintomas da Aids e de doenças associadas, e às vezes conseguem ficar até dez anos sem necessidade de tratamento. "A esperança é que, se soubermos o mecanismo protetor imunológico nos controladores de elite, podemos usar isso como alvo para o desenvolvimento de uma vacina", disse Yu Xu, professor-assistente de Medicina do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola Médica de Harvard, à Reuters depois de um pronunciamento numa conferência sobre a vacina anti-Aids em Paris. Há atualmente 2.000 pacientes "controladores" tendo suas amostras de sangue e outros dados monitorados, a maioria nos EUA e Canadá. Os cientistas agora pretendem começar a estudar também pacientes "privilegiados" da China, África do Sul, Peru, Tailândia, Brasil e outros países. Nessa conferência, os pesquisadores detalharam uma pesquisa da Tailândia que aparentemente chegou a uma vacina que protege algumas pessoas - embora os cientistas não entendam como ou por quê. Os delegados esperam juntar peças que levem a uma ideia mais clara de como preparar uma vacina eficaz no controle da infecção. Estima-se que 33 milhões de pessoas estejam contaminadas pelo HIV no mundo. A Aids não tem cura. Mas há medicamentos que controlam o vírus, e é muito raro que as pessoas apresentem defesas naturais. Fonte: http://noticias.uol.com.br Google E-books?Em meio a toda polêmica que vem circulando o assunto Google Books, a gigante da internet anunciou na Feira do Livro de Frankfurt (Alemanha), que vai lançar no primeiro semestre de 2010 um serviço de venda de e-books. Intitulado Google Editions, o site planeja oferecer cerca de meio milhão de títulos inicialmente - superando os pouco mais de 300 mil disponíveis via Amazon para o Kindle. A empresa vai permitir que os preços sejam determinados pelas editoras, com 37% do lucro voltando para o Google. A revenda através de outros sites também será possivel - nesse caso, revendedor e editora levam a maior parte do lucro, com apenas 5% ficando para a companhia californiana. O Google informou ainda que não pretende desenvolver equipamento específico para os e-books, que poderão ser lidos de qualquer navegador. Fonte: http://blog.estadao.com.br 5 questões a serem consideradas na migração para o Windows 7![]() O Windows 7 foi lançado para as empresas no dia 1° de setembro, mas o marco para o novo sistema será dia 22 de outubro, quando ele estará disponível para o mercado consumidor. O lançamento completo tem algum impacto no mercado corporativo também, mas a adoção do sistema pela maioria das empresas não chega a ser algo inevitável.
O principal apelo do Windows 7 não é sua arquitetura, que foi adaptada do Windows Vista, mas sim recursos que facilitam sua implantação e sua estabilidade. Alguns especialistas que testaram o sistema chegaram a dizer que o Windows 7 é aquilo que o Vista devera ter sido. Diante do cenário, confira cinco questões apontadas pela consultoria Gartner e que devem ser examinadas pelas empresas antes de migrar para o novo sistema: Elimine o XP até o fim de 2012. A Microsoft vai dar suporte ao Windows XP com correções de segurança até 2014, mas é provável que os fornecedores independentes de software interrompam testes com o sistema bem antes. Para a Gartner, os lançamentos críticos para os negócios vão exigir Windows 7 bem antes que o suporte ao XP seja interrompido. 2012 é um bom ano para se ver totalmente livre do sistema lançado em 2001. Comece os projetos de migração agora. Uma organização típica requer de 12 a 18 meses de espera, testes e planejamento antes de começar a implantar um novo sistema operacional. Há muito trabalho a ser feito para o momento de preparação e deixar tudo para depois só vai resultar em mais custos. Não espere pelo Service Pack 1 (SP1) do Windows 7 para iniciar testes e implantação. A maioria das organizações dizem que planeja a entrega do SP1 do Windows 7 antes de iniciar os trabalhos. A consultoria Gartner aconselha a deixar essa idéia de lado, principalmente se a companhia não chegou a implantar o Windows vista. Planeje o orçamento cuidadosamente. Os custos da migração para o Windows 7 depende muito da abordagem que a companhia dá à questão. A Gartner levantou que os custos da migração podem dobrar sem um planejamento adequado de orçamento, em um cenário em que a empresa ainda utiliza Windows XP e trocará para o Windows 7 Não pule o Windows 7. O Windows 7 é classificado pela Gartner como um sistema maduro, por ter sido construído com a arquitetura do Vista, eliminando diversos de seus erros. A consultoria também diz que sistemas dentro dessa categoria não devem ser pulados. Enquanto organizações que pularam o Windows 2000 e esperaram pelo XP tiveram uma migração com poucos problemas, quem pulou o XP aguardando o Vista teve enormes dores de cabeça. Tim e Qualcomm lançam loja de aplicativos em 2010
Fabricante de chips Qualcomm e a operadora TIM anunciaram a oferta de uma loja de apliciativos para celulares com o uso da solução Plaza Retail, desenvolvida pela Qualcomm, para o primeiro trimestre de 2010. A plataforma foi desenvolvida para a criação de aplicativos capazes de rodar na maior parte dos aparelhos celulares presentes na operadora. A vitrine abriga software projetados para as plataformas Java, BREW Flash e Android. Já se planeja, também, suporte para Windows Mobile, Palm, Symbian e LiMo. Segundo o diretor de marketing da TIM, Rogério Takayamagi, a expectativa de lançar a loja até março do próximo ano é realista. "Antes do lançamento, é necessário realizar testes de integração e ter a certeza que que a loja funciona para a maior quantidade possível de usuários", afirma. Para Len Lauer, chefe de operações da Qualllcom, os fabricantes de aparelhos que produzem aplicativos são concorrentes, mas a empresa aposta na diversidade de plataformas e na cobrança integrada para ganhar espaço contra esses concorrentes. Takayamagi disse também que a característica aberta da loja de aplicativos vai permitir que os desenvolvedores criem inclusive softwares corporativos, voltados para produtividade. "Se existe demanda, vai haver alguém para desenvolver aplicativos para qualquer nicho de mercado". Acer ultrapassa Dell e se torna segunda maior em vendasA Acer ultrapassou a Dell e se tornou a segunda maior fabricante de computadores do mundo, segundo dados do IDC para o terceiro trimestre de 2009. A empresa foi br beneficiada pela popularidade dos netbooks, principalmente. A HP continua liderando, com 20,2% do mercado. As vendas mundiais de computadores pessoais cresceram 2,3 % em todas regiões, exceto no Japão, que sofre com uma grande queda de vendas. O aumento é uma recuperação importante, já que no primeiro trimestre as vendas caíram 6,8 % e 2,4 % no segundo. As vendas totais superam 78 milhões de computadores. No entanto nos Estados Unidos, a Dell ainda ocupa o segundo lugar, logo atrás da líder HP. No país acontece algo diferente também: a Apple está entre as 5 primeiras, com 9,4% do mercado. Top 5 vendedoras no mundo. 1. HP – 20,2 % Outros – 38,9% Top 5 vendedoras nos EUA. 1. HP – 25,5% Outros – 20,9% Fonte: http://sodalimao.com.br Apple desenvolve aplicativo de rádio para iPhone
A Apple anunciou uma nova funcionalidade para seu telefone, um aplicativo para sintonizar rádio FM, com integração ao iTunes e recursos semelhantes aos usados em músicas, como pausa e avanço rápido. Em uma atitude comercial recorrente, a empresa mais uma vez traz à tona um recurso nativo que não vinha sendo usado. De acordo com o portal CNET, a aplicação será semelhante à que foi inserida no iPod Nano. Esse software já deveria estar disponível para fins comerciais, mas a estratégia adotada pela empresa foi associar o uso da rádio à iTunes Store, permitindo assim que, caso os usuários queiram, possam comprar as músicas que estão escutando com um apertar de botão. Outros softwares já oferecem a funcionalidade de reprodução de FM, como o Wunder Radio, mas permitem apenas que as músicas sejam enviadas pela internet para outros iPhones e iPods Touch. Para a Apple, o grande diferencial de sua versão é mesmo a integração com o iTunes Store, que cria uma fonte de lucro em potencial, além de melhorar fatores de concorrência com o ZuneHD, tocador de música da Microsoft que já possui o recurso rádio FM. Segundo o site 9to5Mac, essa não é a primeira vez que a Apple apresenta uma função que o hardware de seus produtos já possuía, mas não era usada. Por vezes a empresa opta em manter um recurso latente, para lançar apenas no momento em que julga ser oportuno. Por exemplo, o Ipod Touch da segunda geração já contava com Bluetooth nativo, mas a divulgação dessa informação só veio 9 meses após seu lançamento. E, segundo o site Register, as últimas versões de iPhone e iPods já contam com um microprocessador capaz de lidar com redes WiFi de 5GHz, mas essa solução ainda não está habilitada nos aparelhos. Google tem 6% do tráfego da web
De acordo com pesquisa divulgada pela empresa Arbor Networks na quinta-feira, 15/10, o Google domina 6% de todo o tráfego atual da internet. Fonte: http://www.tiinside.com.br Confira 20 coisas que a internet está destruindo
Desde que o uso da internet se generalizou, há cerca de 10 anos, provocou grandes mudanças nas nossas vidas, algumas positivas, outras negativas. Tarefas que precisavam de dias para serem feitas, hoje são realizadas em segundos, enquanto tradições e habilidades que surgiram e cresceram ao longo dos séculos, hoje não passam de redundâncias. Em uma reportagem especial publicada pelo jornal britânico Telegraph compilou uma lista das 50 coisas que estão sendo destruídas pela internet, "desde produtos e modelos de negócios até experiências de vida e hábitos". A lista inclui também algumas coisas que sofreram a influência de outros meios de comunicação modernos, como os telefones celulares e os sistemas de navegação GPS. Confira abaixo uma lista reformulada e adaptada com 20 coisas, entre hábítos e posturas sociais, que a internet está destruindo: 1 - A arte de discordar educadamente: 2 - Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade: 3 - Ouvir um disco do início ao fim: 4 - Pontualidade: 5 - Listas de telefone: 6 - Lojas de música: 7 - Memória: 8 - Concentração: 9 - Decorar números de telefone: 10 - Teorias conspiratórias: 11 - Preencher formulários na última página dos livros: 12 - Álbuns de fotos e projeções de slides: 13 - Depender de agentes de viagens para marcar férias: 14 - Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy: 15 - Relógios de pulso: 16 - Artistas ainda não descobertos: 17 - Escrever cartas: 18 - Matar tempo: 19 - Assistir televisão acompanhado: 20 - O intervalo de almoço: Internet ajuda a mudar rumo de pesquisas médicas
Depois que Amy Farber descobriu que tinha uma doença rara e fatal chamada LAM em 2005, ela decidiu lutar para aumentar e acelerar a pesquisa sobre sua doença, na esperança de encontrar uma cura ainda em vida. Farber, 39 anos, era uma estudante de direito com doutorado em antropologia e estava prestes a começar uma família. Ela largou a escola de direito e fundou a LAM Treatment Alliance com o intuito de arrecadar fundos e conectar uma rede de cientistas ao redor do mundo para a pesquisa dessa misteriosa doença, que destrói os pulmões de mulheres jovens. Mas para seu desalento, ela encontrou um sistema de pesquisa complicado e repleto de obstáculos para a colaboração e o progresso - que não enfocava as necessidades dos pacientes. "Podemos fazer melhor que isso", ela se lembra de ter pensado. Ela levou suas frustrações ao doutor George Demetri, membro do comitê consultivo de sua organização. Demetri, professor e pesquisador de câncer da Escola Médica de Harvard, há tempos desejava usar a internet para conectar pacientes ao redor do mundo e explorar sua sabedoria coletiva para novas descobertas sobre os cânceres raros que estuda. Isso levou Farber a conhecer Frank Moss, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e surgiu então uma nova colaboração entre o grupo de Farber e o laboratório: o LAMsight, um website que permite que os pacientes relatem informações sobre sua saúde, transformando os relatos em bancos de dados que podem ser explorados para observações sobre a doença. Desde os primórdios da internet, pacientes usam a web para compartilhar experiências e aprender sobre doenças e tratamentos. Mas agora, pessoas como Farber dizem que comunidades online têm o potencial para transformar a pesquisa médica - especialmente para doenças raras como a dela, que não têm o número de pacientes necessário para estudos de grande escala e que raramente atraem financiamento da indústria farmacêutica para pesquisa. Além disso, ela disse, isso dá aos pacientes a oportunidade de contribuir, fazer perguntas e ajudar a abrir caminho para descobertas. "Os pacientes têm sido um recurso muito subutilizado", ela disse. Moss, que chegou ao laboratório em 2005, após deixar a indústria farmacêutica, concorda. As experiências cotidianas dos pacientes que convivem com a doença são uma fonte imensa de dados inexplorados, ele disse; agregados, esses dados poderiam gerar novas hipóteses e caminhos para pesquisa. "Estamos realmente transformando pacientes em cientistas e mudando o equilíbrio de poder entre médicos, cientistas e pacientes", ele afirma. Cientistas e empreendedores estão cada vez mais explorando maneiras de utilizar esse potencial, e não apenas para doenças raras. Diversas empresas privadas estão coletando dados de pacientes e informações genéticas online com o intuito de recrutar pacientes para ensaios clínicos, conduzir pesquisa interna ou vender tais informações a empresas de medicamentos e biotecnologia. Aqueles que apoiam esse modelo - às vezes chamado de crowdsourcing ou pesquisa de código aberto - consideram o mesmo uma democratização da pesquisa e dizem que estão sendo pioneiros de novos modelos que colocam pacientes no controle de seus dados e constroem pontes entre pesquisadores, pacientes e seus médicos. Eles dizem que esses métodos são muito mais baratos e rápidos do que a pesquisa tradicional, que possui custos iniciais altos e depende demasiadamente dos médicos. Mesmo assim, alguns especialistas estão céticos. Há inúmeros questionamentos sobre como os sites irão garantir a privacidade dos pacientes e se essas pessoas realmente entendem o que significa compartilhar sua informação médica online. Também é discutido se as empresas privadas deveriam ter que seguir as mesmas regras rígidas de proteção a pacientes que regulam a maioria dos pesquisadores. Além disso, existe a questão sobre os problemas de qualidade dos dados gerados por usuários. A web oferece muito potencial para alcançar um grande número de pacientes rapidamente, mas dados gerados por pacientes criam dilemas de pesquisa consideráveis, disse o doutor James Potash, professor-associado de psiquiatria da Escola de Medicina Johns Hopkins. Potash citou dois estudos que examinaram a qualidade da informação relatada online por pacientes depressivos. Os pacientes relataram seu diagnóstico online; médicos então os entrevistaram para confirmá-lo. Em um estudo, apenas dois terços das respostas online foram validadas; em outro estudo, foram três quartos. Esses números não são bons o bastante para uma pesquisa de alta qualidade, Potash disse. Sem a capacidade de garantir um diagnóstico correto e dados precisos de pacientes, geralmente obtidos por meio de entrevistas em pessoa, os pesquisadores podem acabar "recebendo e enviando lixo", ele disse. "Rapidez é apenas melhor se o trabalho for bem feito", ele disse. "Não é desejável acelerar o trem e fazê-lo descarrilhar". Demetri, de Harvard, reconhece os desafios de utilizar dados gerados por usuários online. "Todos temos ciência de que estamos fazendo as regras à medida que prosseguimos", ele disse. "Temo acabar voltando a observações de baixa qualidade e pouca relevância, e quero ser cuidadoso para evitar observações enganosas". Ninguém espera que a pesquisa de observação utilizando dados online de pacientes substitua ensaios experimentais controlados, disse Ian Eslick, doutorando do MIT que desenvolve o projeto LAMsight. Os dados gerados pelo projeto serão usados principalmente para análise exploratória e formulação de hipóteses, Eslick disse, embora ele tenha acrescentado que a abordagem online poderia no futuro gerar novos modelos para a condução de pesquisa experimental. "Existe a ideia de que os dados coletados de uma clínica são bons e os dados coletados de pacientes são ruins", ele disse. "Dados diferentes são eficazes para diferentes propósitos e podem levar a diferentes tipos de erro". Em junho, a empresa farmacêutica belga UCB anunciou uma parceira para construir uma comunidade online de epilepsia com a PatientsLikeMe, uma das primeiras empresas privadas a desenvolver uma plataforma de dados compartilhados por pacientes. A PatientsLikeMe, com sede em Cambridge, tem como membros dezenas de milhares de pacientes que contribuem com informações detalhadas sobre suas doenças, drogas, dosagens e efeitos colaterais. Mark McDade, chefe de operações da UCB, disse que o processo regulatório de aprovação de medicamentos deveria ser modificado para incorporar não apenas sua segurança e eficácia, mas também medições de como as drogas afetam as vidas dos pacientes dados cuja coleta atualmente é lenta e dispendiosa. Companhias genéticas também abraçaram a pesquisa com dados fornecidos por pacientes. A empresa do Vale do Silício 23andMe, por exemplo, começou um programa neste verão americano chamado "Research Revolution". As pessoas podem comprar uma versão básica do serviço genético da 23andMe, que lhes fornece informações de DNA sobre descendência e risco para certas doenças, ao custo de US$ 99, e então ceder seus dados genéticos para pesquisa sobre uma doença de sua escolha. A empresa planeja armazenar perfis genéticos de milhares de pessoas para usá-los em pesquisas internas e em parcerias com outras companhias. "Chamamos isso de pesquisa 2.0", disse Linda Avey, fundadora da 23andMe. "É a abordagem da Wikipédia versus a abordagem da Encyclopaedia Britannica". Tais bancos de dados poderiam ser um recurso valioso para pesquisadores que precisam recrutar grandes números de pacientes rapidamente, disse o doutor Robert Cooke-Deegan, diretor do Centro para Ética, Lei e Políticas do Genoma do Instituto de Ciências e Políticas do Genoma da Universidade Duke. Mas empresas privadas como 23andMe e PatientsLikeMe não estão submetidas às mesmas regras de proteção ao paciente que regulam os pesquisadores médicos tradicionais que recebem financiamento federal. Líderes de empresas dizem possuir detalhadas declarações de privacidade de pacientes e políticas de ética. No entanto, com o desenvolvimento de tais empresas, Cooke-Deegan disse esperar que elas tenham que lidar com mais questões de privacidade e consentimento informado, já que manter a confiança do paciente é crucial para seu sucesso. Ben Heywood, cofundador e presidente da PatientsLikeMe, disse que o modelo de negócio da empresa se baseava na confiança. "Temos sucesso apenas se nossos pacientes estiverem envolvidos e utilizando o site", Heywood disse. "Se violarmos essa confiança, perdemos nossa comunidade e ficamos sem nada". Cooke-Deegan disse que o modelo é muito novo, sendo ainda necessário refletir sobre suas implicações. "Fico muito desconfiado se uma empresa que possui toneladas de dados privados se torna íntima demais da indústria de medicamentos e de biotecnologia", ele disse. "Mas não quero afirmar que não vai dar certo, porque vejo todos os tipos de valores que resultam disso". Farber espera que seu website se torne o maior banco de dados do mundo de pacientes ativos de LAM. Mais de 100 usuários registrados em cinco continentes estão utilizando o site, que não tem propaganda, ela disse. A LAM, abreviação de linfangioleiomiomatose, mata através da lenta destruição dos pulmões. Problemas respiratórios ainda não impedem Farber de pressionar por novas pesquisas, mas ela diz que cada dia de saúde com seu marido e filha é uma benção. Presidente russo abre canal no YouTube
O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, um confesso apaixonado pelas novas tecnologias, abriu hoje seu próprio canal de vídeo no YouTube. O público-alvo do canal não são apenas "os internautas russos", mas também os russoparlantes em outros países". "O novo canal é uma continuação do videoblog presidencial. O YouTube é muito popular e, com a sua ajuda, esperamos aumentar nossa audiência", anunciou Natalia Timakova, porta-voz do Kremlin. "No YouTube, além de conteúdos originais , serão disponibilizados fragmentos de discursos do presidente", acrescentou a funcionária. Em outubro de 2008, Medvedev inaugurou seu videoblog (http://blog.kremlin.ru). Eabril deste ano, 2009, criou um blog na plataforma mais popular de serviços deste tipo na Rússia. Nos últimos meses, o chefe do Kremlin também destacou a importância do uso da internet ser disseminado entre os funcionários do governo para aliviar os trâmites burocráticos no maior país do mundo. Diferentemente do atual chefe de Estado, o antecessor de Medvedev e atual primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, nunca recorreu às novas tecnologias para propagar suas mensagens. YouTube negocia com Hollywood para exibir filmes pagos![]() ![]() O YouTube, o maior site de vídeos da web, está negociando um acordo com estúdios de Hollywood que permitiria que visitantes assistissem a filmes completos, de acordo com duas pessoas informadas sobre as negociações. Caso um acordo seja fechado, representaria uma grande mudança para o YouTube, que construiu grande audiência ao oferecer uma coleção eclética de videoclipes gratuitos, e que obtém a maior parte de sua receita da publicidade. Também colocaria o YouTube, controlado pelo Google, em concorrência direta com serviços oferecidos pela Netflix, Amazon e Apple, os quais permitem que os usuários comprem ou aluguem filmes online. O YouTube, que já oferece alguns filmes mais antigos gratuitamente em seu site, está negociando com Lionsgate Entertainment, Sony e Warner Brothers sobre a possibilidade de oferecer produções mais novas, disse uma pessoa informada sobre as negociações, que vinham sendo conduzidas em caráter confidencial. O YouTube, que há muito vinha procurando adicionar mais vídeos produzidos profissionalmente, afirmou em comunicado que "embora não comentemos sobre boatos e especulações, esperamos expandir tanto o nosso ótimo relacionamento com os estúdios de cinema quanto a seleção e tipos de vídeo que oferecemos à nossa comunidade". Scott Rowe, porta-voz da Warner Brothers, e Jim Kennedy, porta-voz da Sony Pictures, se recusaram a comentar. Peter Wilkes, porta-voz da Lionsgate, também não comentou de forma específica, mas declarou que sua empresa estava "sempre explorando alternativas" que pudessem ajudá-la a faturar mais com os seus filmes. A Lionsgate, disse Wilkes, desfruta de considerável sucesso em sua oferta de filmes e programas de televisão por intermédio da Apple. De acordo com ele, a série Mad Men, do estúdio, já conseguiu dois milhões de downloads na loja online iTunes, da Apple. As negociações entre o YouTube e os estúdios foram reportadas inicialmente no site do Wall Street Journal. Os estúdios de cinema vinham pressionando o YouTube a considerar cobrança por determinados tipos de conteúdo, disse uma pessoa informada sobre as discussões. O YouTube parece disposto a ceder caso os estúdios concordem em lhe oferecer acesso a número suficiente de seus filmes mais novos, em data próxima ao lançamento destes em DVD, disse a fonte. Um executivo de estúdio que está informado sobre as negociações mas não quis que seu nome fosse divulgado para minimizar a perturbação nas discussões - afirmou que as questões que ainda resta resolver envolvem preço e o prazo para lançamento de filmes no YouTube. Ainda que as vendas de DVDs tenham caído, os estúdios continuam a proteger o período em que filmes estão disponíveis em DVD mas não em outros formatos. Os analistas dizem que, sem conhecer os termos do acordo, seria impossível avaliar seu impacto financeiro sobre o YouTube, mas afirmam que, em termos gerais, acordos com grandes provedores de conteúdo seriam positivos para o YouTube, com o tempo. "Wall Street trabalha com a suposição de que o YouTube continuará deficitário", disse Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets. Ele afirma que com acordos como esse "o potencial positivo do YouTube em longo prazo aumenta". O YouTube domina de forma esmagadora o mundo dos vídeos online. Em julho, usuários norte-americanos assistiram a quase nove bilhões de clipes no site, cerca de 10 vezes mais clipes do que assistiram nos sites operados pela concorrente mais próxima, a Viacom, de acordo com a comScore. Mas boa parte da audiência do YouTube visita o site para assistir a uma mistura aleatória de vídeos produzidos por amadores, que os anunciantes não veem com bons olhos. Por isso, o YouTube há muito está envolvido em uma busca pela obtenção de maior número de vídeos produzidos profissionalmente que pode usar para gerar receitas e compensar o enorme custo de veicular bilhões de vídeos gratuitos. O YouTube tem se provado disposto a mudar para atender às necessidades dos produtores profissionais de conteúdo. Em abril, por exemplo, anunciou um acordo com a Universal Music para criar o Vevo, um site separado para vídeos musicais. A Sony Music aderiu posteriormente a essa parceria. O Vevo é visto como tentativa de imitar o sucesso do Hulu, site criado pela NBC, Fox e Disney para oferecer programas gratuitos de TV e filmes aos usuários. Embora a audiência do Hulu seja muito inferior à do YouTube, o site vem conseguindo atrair grandes anunciantes. Parte dos esforços do YouTube podem estar começando a propiciar resultados. Nos últimos meses, executivos do Google afirmaram que graças a diversos novos esforços publicitários associados a vídeos profissionais, o YouTube estava mais perto de sair do vermelho, ainda que se recusassem a estimar quando o fará. O Google cobrava por locação e download de vídeos no passado, com o Google Video. Mas menos de um ano depois de adquirir o YouTube, em outubro de 2006, suspendeu os serviços de vídeo pago. Clonado o Blog do Planalto![]() Mesmo tendo sido alvo de clone, o recém criado Blog do Planalto permanecerá sem permitir comentários dos internautas. Um consultor de internet e uma jornalista colocaram no ar, com o mesmo layout do original e com espaço para comentários dos internautas, o endereço planalto.blog.br, em contrapartida ao oficial blog.planalto.gov.br.
Segundo a Presidência da República, não existe equipe disponível para fazer a moderação da participação do público. Mesmo com o "genérico", o governo não cogita, por enquanto, entrar com medidas judiciais para tirar o site do ar. E um post intitulado "Lobão explica relação do pré-sal com preço da gasolina", o Blog do Planalto "genérico" registrava 248 comentários, situação impossível no site original do governo. Um internauta que se identificou como Fred Silva criticou o blog oficial do presidente Lula, afirmando que, por não autorizar a interação com o público, "parece (que) não passará de uma (sic) site de notícias". "É uma pena, será perdida uma grande oportunidade", diz. O internauta que se registrou como Daniel alerta que os comentários estão sendo feitos em um site clonado, mas ainda assim aproveita para atacar o governo. "Eita povo cego mesmo!!! Não estão vendo que este blog é falso?? O blog verdadeiro tem '.gov'. Se não conseguem ver isso que está na cara de vocês, como conseguirão ver o que acontece realmente no governo, que 'quase' tudo acontece por baixo dos panos...", comenta. "Isso sim é democracia! Dar voz aos cidadãos para que estes possam comentar a atuação dos políticos, afinal de contas todo poder emana do povo e não de presidentes, ministros ou congressistas", completa o internauta Marcelo Victor na sessão de comentários do blog "genérico". Em sua defesa, o criador do blog genérico do Planalto argumenta que seu conteúdo é feito sob a licença CC-by-sa-2.5, exceto quando especificado e em conteúdos tirados de outras fontes.Em português de não-micreiro, significa o seguinte: o blog do Planalto original permite que qualquer pessoa reproduza o conteúdo lá publicado e crie obras derivadas, desde que seja dado o devido crédito e esteja sob a mesma licença. Fonte: http://noticias.terra.com.br Bloqueira clandestina![]() Em 14 de agosto, de 2009, a jornalista e blogueira norte-americana Sarah Lacy alertou no site TechCrunch que viria ao Brasil descobrir como anda o mercado local para empreendedores de tecnologia e internet. Só que a viagem planejada não deu certo por conta de burocracias em torno do visto de entrada exigido para cidadãos norte-americanos pelo governo brasileiro. Então, Sarah Lacy voltou a falar da sua viagem. E falou mal do País, num post com direito à bandeira brasileira estampada com a frase "Epic-Est Fail Ever" (ou "a maior falha épica").
No post, intitulado "Porque o TechCrunch não vai ao Brasil" (que pode ser lido, em inglês, pelo atalho http://tinyurl.com/mlznkj), Lacy reclama que deveria embarcar hoje em sua viagem, e diz: "Empreendedores que esperavam ser citados no TechCrunch, culpem seu governo". No texto, ela explica que "o governo brasileiro decidiu trocar o sistema de computadores de todos os seus consulados e enviou apenas dois novos computadores para cada escritório, sem o software adequado para processar todos os pedidos. Então, todo mundo está num modo de espera, e alguns consulados não prometem nenhum visto para menos de 25 dias". Lacy ainda reclamou da falta de segurança e dos "sequestros" que ocorrem no Brasil. Ela disse que "chegou a estudar português e planejar a viagem por cerca de quatro meses". Depois do texto publicado recebeu mais de 500 comentários, a maioria de brasileiros indignados. Sem falar nos blogs de brasileiros em que o post é comentado - em geral, muito criticado. "É mais uma prova de que qualquer um agora pode escrever no TechCrunh, que já foi um dos melhores blogs de tecnologia", diz um blogueiro. Alguns são educados e tentam explicar à jornalista do TechCrunch, um dos principais blogs de tecnologia do mundo, que existe a questão da reciprocidade de vistos: o Brasil pede vistos aos Estados Unidos porque os EUA pedem visto dos brasileiros (e comentam o processo burocrático de conseguir um por aqui), e muitos outros reclamam da arrogância e da falta de preparo de Lacy. Além dos comentários no TechCrunch, a polêmica de Sarah Lacy se replicou em outros sites, como o Cloud Ave ("Sarah, você não merece tratamento especial"), Gawker ("Repórter diva faz papel ridículo") e até do empreendedor brasileiro Fábio Seixas ("Nós podemos receber um soco do Mike Tyson e ainda assim convida-lo para uma festa no final do dia. Esse é o jeito que somos. Esse é o jeito que gostamos de ser"). O caso está repercutindo muito também no Twitter. Entretanto, essa não é a primeira polêmica de Sarah Lacy (que disse que vai à China em outubro e tenta o Brasil de novo no final do ano). O próprio Gawker cita a repórter como "smoking hot" (numa tradução livre, "gostosa") que já estragou uma entrevista ao vivo com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, em março no evento South By Southwest, fazendo perguntas sem graça provocando quase nenhuma reação da platéia. Desta vez, reação é o que não falta. Eleição de 2010 terá engajamento recorde, diz especialista![]() Graças à internet, o engajamento e o ativismo do eleitor nas eleições de 2010 vai atingir um grau nunca visto na história da democracia brasileira. A exemplo do que aconteceu nas últimas eleições americanas, o candidato manterá a posição de protagonista, mas vai dividir a cena com o eleitor, que colaborará com a campanha de forma intensa. A conclusão é do vice-cordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, advogado Carlos Affonso de Souza. "O eleitor vai conseguir dialogar. As leis anteriores eram muito preocupadas com a exposição do candidato. Agora, tem uma massa de eleitores que vai produzir material eleitoral e vai gerar um novo panorama." Redes sociais O professor aposta em uma campanha mais popular, com ampla utilização das redes sociais, como Messenger, Orkut e Twitter, o que terá impacto em todo o processo eleitoral. "O brasileiro faz uso sofisticadíssimo da internet, um uso avançado, porque não a utiliza apenas para receber/enviar e-mails ou ler notícias, mas para uma comunicação diferenciada e em tempo real - em chats e redes sociais. Não é um uso exclusivo das classe A e B, mas disseminado", disse Souza. Porém, segundo o advogado, antes de colocar a internet em uso em prol das próximas eleições, o Brasil precisa esclarecer e resolver problemas de direito autoral e de proibições da legislação eleitoral. No Brasil, a legislação eleitoral não deixa muito claro o que pode e o que não pode ser feito, conforme Souza. A lei autoral americana, que norteou pontos da lei eleitoral, permite a criação de obras com fotos, imagens e textos de terceiros, pois usa o conceito fair use (uso razoável, justo). Lá é permitido produzir vídeos com montagens. Um dos vídeos mais vistos na campanha de Barack Obama foi produzido sem o envolvimento do candidato ou sua equipe. O cantor Will.i.am, da banda Black Eyed Peas, publicou no YouTube um vídeo com uma colagem de um discurso realizado por Obama em New Hampshire e de fundo, uma melodia na voz de diversos artistas. Reforma eleitoral Em julho, 2009, a Câmara dos Deputados aprovou as novas regras para o processo eleitoral, permitindo a propaganda e o uso eleitoral de ferramentas da web, como blogs e redes sociais, como o Twitter e o Orkut. As mudanças ainda precisam ser confirmadas pelo Senado Federal e devem passar a valer nas eleições de 2010. As Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Ciência e Tecnologia (CCT) no Senado aprovaram proposta que autoriza sites de notícia e de busca a publicar propaganda paga de candidatos à presidência da República. A idéia de estender o direito a candidatos a outros cargos foi derrubada por não ser possível garantir isonomia a todos. A nova regra, que ainda precisa ser avalizada pelo Plenário da Casa, não constava da proposta aprovada pela Câmara. Conforme o projeto, a web poderá ser instrumento de campanha, desde que o conteúdo seja produzido pelo próprio candidato, partido ou coligação. Os eleitores também poderão apoiar os políticos, desde que façam manifestações individuais e não se refiram a adversários. Os candidatos podem pedir votos em suas páginas pessoais, redes de relacionamentos, Messenger (serviço de mensagens instantâneas) e blogs, mas estão proibidos de divulgar campanhas em sites oficiais ou da administração pública e de veicular publicidade eleitoral em sites de empresas. Até que o novo projeto seja aprovado no Plenário do Senado, segue valendo as restrições determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permite campanha apenas por meio de sites destinados às eleições, sob o domínio ".can.br". Pela regra, a página deve ser tirada do ar dois dias antes das eleições. Fonte: http://noticias.terra.com.br Internet completou 40 anos
Os milhares de vídeos engraçados, as redes sociais e os aplicativos que atraem bilhões de usuários no mundo inteiro não eram exatamente o que os pesquisadores da Universidade da Califórnia, liderados por Len Kleinrock, tinham em mente quando começaram a trabalhar, há 40 anos, em um projeto que acabou resultando na rede mundial de computadores, a internet. O objetivo dos pesquisadores era criar uma rede de livre troca de informação. Essa liberdade, no entanto, abriu um mundo de possibilidades e levou ao nascimento de sites como YouTube, Facebook entre outros. Ainda existe muito espaço para inovar, mas talvez não exista mais tanta liberdade para operar. Mesmo com a internet mais acessível e mais rápida, começam a surgir barreiras artificiais que podem afetar seu crescimento. Os spams e os hackers obrigam os operadores de redes a criarem barreiras de proteção. Governos autoritários censuram muitos portais e serviços dentro de seus países. E, normas comerciais levam a imposição de políticas que prejudicam os concorrentes, principalmente em aparelhos portáteis como o iPhone. "Existe mais liberdade para que o usuário comum da internet possa jogar, se comunicar, fazer compras", afirmou Jonathan Zittrain, professor de direito e co-fundador do Centro Berkman para a Internet e a Sociedade de Harvard. "Ao mesmo tempo, existem algumas tendências que tornam muito mais fácil o controle da informação", acrescentou. Poucos prestaram atenção quando, no dia 2 de setembro de 1969, um grupo de 20 pesquisadores se reuniram no laboratório de Kleinrock na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para observar a troca de informação entre dois robustos computadores através de um cabo de cinco metros. Esse foi o início da rede Arpanet. No mês seguinte, o Instituto de Investigação de Stanford se juntou ao projeto e, antes do final do ano, também a Universidade de Santa Bárbara e a Universidade de Utah. Na década de 70 foram criados os correios eletrônicos e os protocolos de comunicação TCP/IP, que facilitaram a conexão de várias redes, levando ao nascimento da internet. Na década de 80 foi inventado um sistema de direções utilizando sufixos como .com e .org. A internet passou a ser um instrumento de uso comum na década de 90, quando o físico britânico Tim Berners-Lee inventou a web, uma subdivisão da internet que facilitaria o uso de recursos de diferentes origens. A internet floresceu auxiliada, principalmente, pela ausência de regras e políticas comerciais que poderiam ter sido um obstáculo. "Durante boa parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela", expressou Zittrain. "Isto permitiu demonstrar sua funcionalidade e raízes". O próprio governo norte-americano, que financiou as primeiras pesquisas como parte de um projeto militar, não se envolveu muito com a internet e deixou que os engenheiros promovessem a idéia de uma rede aberta. O idealismo inicial sobre uma rede totalmente livre está desaparecendo aos poucos. A disputa entre Apple e Google é um bom exemplo. A Apple restringe o uso de softwares de navegação na internet no iPhone, tendo bloqueado recentemente a aplicação Google Voice. |
|
|