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    Apple oferece programação do iTunes a emissoras de TV

     

    A Apple fabrica um gadget chamado Apple TV, que é na verdade uma central doméstica de mídia - apesar do nome, não é um receptor de TV. Mas, ao que parece, a empresa quer mesmo entrar no setor de televisão e não só com um receptor, mas também como uma emissora.

    Pelo menos, é o que afirmam as fontes de Peter Kafka, do site All Things Digital, um dos mais influentes do mundo da tecnologia.

    Segundo as informações de Peter, a Apple estaria tentanto convencer as principais emissoras de TV a oferecer conteúdo via streaming por US$ 30 mensais - nada mal, comparado ao que se paga de TV a cabo hoje em dia.

    A matéria afirma ainda que o serviço oferecido não seria limitado a nenhum tipo de hardware (ou seja, não funcionaria apenas pelo Apple TV), mas seria distribuído através da iTunes Store, ou seja, poderia ser assistido em PCs, Macs, iPhones e iPods.

    A única pedra no caminho são os altos lucros oferecidos pela publicidade paga da TV tradicional, o que poderia esfriar o interesse das emissoras em relação à proposta da Apple. Mas essa receita vem caindo assustadoramente, principalmente com a crise mundial deste ano.

    Curiosamente, parte da queda deve-se a um aumento da oferta de serviços de transmissão online (categoria na qual a iTunes Store se encaixa) nesse mercado, portanto o campo de jogo pode estar mais nivelado num futuro próximo.

    Vale lembrar que Steve Jobs já é sócio de outra empresa, gigante do setor de entretenimento: o conglomerado Disney/Pixar/Marvel.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

     

    Descoberto o mais distante aglomerado de galáxias

    GRB 090423 é o ponto de luz vermelha no centro da imagem. As outras galáxias estão mais próximas

    "Com certeza é o mais antigo sinal da presença de uma estrela individual no Universo", diz um dos autores de um dos trabalhos, Nial Tanvir, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Suspeitávamos de que estrelas assim existissem porque galáxias que observamos de quando o Universo tinha de 1 bilhão a 2 bilhões de anos não parecem objetos recém-nascidos". 

    A explosão de raios gama detectada pelo Telescópio Espacial Swift, da Nasa, recebeu o nome de GRB 090423 e sua fonte é, atualmente, o mais antigo objeto conhecido no Universo. Observações posteriores foram feitas em várias instalações pelo mundo. 

    Explosões de raios gama são os eventos mais energéticos de que se têm notícia, e os cientistas acreditam que podem estar associados à morte de estrelas muito maiores que o Sol, que explodem dando origem a buracos negros e estrelas de nêutrons. Astrônomos esperam que a descoberta de GRB 090423 ajude a estudar uma parte da chamada "Idade das Trevas" do Universo. 

    "A Idade das Trevas teve duas fases", explica Tanvir. "A primeira, realmente escura, foi entre o Big Bang e a formação das primeiras estrelas. Nessa época, entre 1 milhão e talvez 100 milhões após o Big Bang, simplesmente não havia objetos emitindo luz".  

    Mas, mesmo depois que as primeiras estrelas, como a que originou GRB 090423, acenderam-se, a parcela de sua radiação que poderia chegar até nós, sob a forma de luz visível, foi absorvida pelo gás flutuando no espaço. Esse período é a segunda fase da Idade das Trevas. "Depois de algumas centenas de milhões de anos, parece que as primeiras estrelas conseguiram, com sucesso ,ionizar o gás neutro entre as galáxias, e a luz foi capaz de passar".
     
    "Produzido por uma das primeiras estrelas a se formar, nosso GRB marca o início do fim da Idade das Trevas", diz o cientista.

    Fonte: http://www.estadao.com.br

    Presidente russo abre canal no YouTube

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     O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, um confesso apaixonado pelas novas tecnologias, abriu hoje seu próprio canal de vídeo no YouTube. O público-alvo do canal não são apenas "os internautas russos", mas também os russoparlantes em outros países".

    "O novo canal é uma continuação do videoblog presidencial. O YouTube é muito popular e, com a sua ajuda, esperamos aumentar nossa audiência", anunciou Natalia Timakova, porta-voz do Kremlin. "No YouTube, além de conteúdos originais , serão disponibilizados fragmentos de discursos do presidente", acrescentou a funcionária.

    Em outubro de 2008, Medvedev inaugurou seu videoblog (http://blog.kremlin.ru). Eabril deste ano, 2009, criou um blog na plataforma mais popular de serviços deste tipo na Rússia.

    Nos últimos meses, o chefe do Kremlin também destacou a importância do uso da internet ser disseminado entre os funcionários do governo para aliviar os trâmites burocráticos no maior país do mundo.

    Diferentemente do atual chefe de Estado, o antecessor de Medvedev e atual primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, nunca recorreu às novas tecnologias para propagar suas mensagens.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Clonado o Blog do Planalto

     
    Mesmo tendo sido alvo de clone, o recém criado Blog do Planalto permanecerá sem permitir comentários dos internautas. Um consultor de internet e uma jornalista colocaram no ar, com o mesmo layout do original e com espaço para comentários dos internautas, o endereço planalto.blog.br, em contrapartida ao oficial blog.planalto.gov.br.

    Segundo a Presidência da República, não existe equipe disponível para fazer a moderação da participação do público. Mesmo com o "genérico", o governo não cogita, por enquanto, entrar com medidas judiciais para tirar o site do ar.

    E um post intitulado "Lobão explica relação do pré-sal com preço da gasolina", o Blog do Planalto "genérico" registrava 248 comentários, situação impossível no site original do governo.

    Um internauta que se identificou como Fred Silva criticou o blog oficial do presidente Lula, afirmando que, por não autorizar a interação com o público, "parece (que) não passará de uma (sic) site de notícias". "É uma pena, será perdida uma grande oportunidade", diz.

    O internauta que se registrou como Daniel alerta que os comentários estão sendo feitos em um site clonado, mas ainda assim aproveita para atacar o governo.

    "Eita povo cego mesmo!!! Não estão vendo que este blog é falso?? O blog verdadeiro tem '.gov'. Se não conseguem ver isso que está na cara de vocês, como conseguirão ver o que acontece realmente no governo, que 'quase' tudo acontece por baixo dos panos...", comenta.

    "Isso sim é democracia! Dar voz aos cidadãos para que estes possam comentar a atuação dos políticos, afinal de contas todo poder emana do povo e não de presidentes, ministros ou congressistas", completa o internauta Marcelo Victor na sessão de comentários do blog "genérico".

    Em sua defesa, o criador do blog genérico do Planalto argumenta que seu conteúdo é feito sob a licença CC-by-sa-2.5, exceto quando especificado e em conteúdos tirados de outras fontes.

    Em português de não-micreiro, significa o seguinte: o blog do Planalto original permite que qualquer pessoa reproduza o conteúdo lá publicado e crie obras derivadas, desde que seja dado o devido crédito e esteja sob a mesma licença.

    Fonte: http://noticias.terra.com.br

    Bloqueira clandestina

    Blogueira diz que estudou português e se preparou para a viagem por cerca de quatro meses
     
    Em 14 de agosto, de 2009, a jornalista e blogueira norte-americana Sarah Lacy alertou no site TechCrunch que viria ao Brasil descobrir como anda o mercado local para empreendedores de tecnologia e internet. Só que a viagem planejada não deu certo por conta de burocracias em torno do visto de entrada exigido para cidadãos norte-americanos pelo governo brasileiro. Então, Sarah Lacy voltou a falar da sua viagem. E falou mal do País, num post com direito à bandeira brasileira estampada com a frase "Epic-Est Fail Ever" (ou "a maior falha épica").

    No post, intitulado "Porque o TechCrunch não vai ao Brasil" (que pode ser lido, em inglês, pelo atalho http://tinyurl.com/mlznkj), Lacy reclama que deveria embarcar hoje em sua viagem, e diz: "Empreendedores que esperavam ser citados no TechCrunch, culpem seu governo".

    No texto, ela explica que "o governo brasileiro decidiu trocar o sistema de computadores de todos os seus consulados e enviou apenas dois novos computadores para cada escritório, sem o software adequado para processar todos os pedidos. Então, todo mundo está num modo de espera, e alguns consulados não prometem nenhum visto para menos de 25 dias".

    Lacy ainda reclamou da falta de segurança e dos "sequestros" que ocorrem no Brasil. Ela disse que "chegou a estudar português e planejar a viagem por cerca de quatro meses".

    Depois do texto publicado recebeu mais de 500 comentários, a maioria de brasileiros indignados. Sem falar nos blogs de brasileiros em que o post é comentado - em geral, muito criticado. "É mais uma prova de que qualquer um agora pode escrever no TechCrunh, que já foi um dos melhores blogs de tecnologia", diz um blogueiro.

    Alguns são educados e tentam explicar à jornalista do TechCrunch, um dos principais blogs de tecnologia do mundo, que existe a questão da reciprocidade de vistos: o Brasil pede vistos aos Estados Unidos porque os EUA pedem visto dos brasileiros (e comentam o processo burocrático de conseguir um por aqui), e muitos outros reclamam da arrogância e da falta de preparo de Lacy.

    Além dos comentários no TechCrunch, a polêmica de Sarah Lacy se replicou em outros sites, como o Cloud Ave ("Sarah, você não merece tratamento especial"), Gawker ("Repórter diva faz papel ridículo") e até do empreendedor brasileiro Fábio Seixas ("Nós podemos receber um soco do Mike Tyson e ainda assim convida-lo para uma festa no final do dia. Esse é o jeito que somos. Esse é o jeito que gostamos de ser"). O caso está repercutindo muito também no Twitter.

    Entretanto, essa não é a primeira polêmica de Sarah Lacy (que disse que vai à China em outubro e tenta o Brasil de novo no final do ano). O próprio Gawker cita a repórter como "smoking hot" (numa tradução livre, "gostosa") que já estragou uma entrevista ao vivo com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, em março no evento South By Southwest, fazendo perguntas sem graça provocando quase nenhuma reação da platéia. Desta vez, reação é o que não falta.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Eleição de 2010 terá engajamento recorde, diz especialista

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    Graças à internet, o engajamento e o ativismo do eleitor nas eleições de 2010 vai atingir um grau nunca visto na história da democracia brasileira. A exemplo do que aconteceu nas últimas eleições americanas, o candidato manterá a posição de protagonista, mas vai dividir a cena com o eleitor, que colaborará com a campanha de forma intensa. A conclusão é do vice-cordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, advogado Carlos Affonso de Souza.

    "O eleitor vai conseguir dialogar. As leis anteriores eram muito preocupadas com a exposição do candidato. Agora, tem uma massa de eleitores que vai produzir material eleitoral e vai gerar um novo panorama."

    Redes sociais

    O professor aposta em uma campanha mais popular, com ampla utilização das redes sociais, como Messenger, Orkut e Twitter, o que terá impacto em todo o processo eleitoral. "O brasileiro faz uso sofisticadíssimo da internet, um uso avançado, porque não a utiliza apenas para receber/enviar e-mails ou ler notícias, mas para uma comunicação diferenciada e em tempo real - em chats e redes sociais. Não é um uso exclusivo das classe A e B, mas disseminado", disse Souza.

    Porém, segundo o advogado, antes de colocar a internet em uso em prol das próximas eleições, o Brasil precisa esclarecer e resolver problemas de direito autoral e de proibições da legislação eleitoral. No Brasil, a legislação eleitoral não deixa muito claro o que pode e o que não pode ser feito, conforme Souza.

    A lei autoral americana, que norteou pontos da lei eleitoral, permite a criação de obras com fotos, imagens e textos de terceiros, pois usa o conceito fair use (uso razoável, justo). Lá é permitido produzir vídeos com montagens.

    Um dos vídeos mais vistos na campanha de Barack Obama foi produzido sem o envolvimento do candidato ou sua equipe. O cantor Will.i.am, da banda Black Eyed Peas, publicou no YouTube um vídeo com uma colagem de um discurso realizado por Obama em New Hampshire e de fundo, uma melodia na voz de diversos artistas.

    Reforma eleitoral

    Em julho, 2009, a Câmara dos Deputados aprovou as novas regras para o processo eleitoral, permitindo a propaganda e o uso eleitoral de ferramentas da web, como blogs e redes sociais, como o Twitter e o Orkut. As mudanças ainda precisam ser confirmadas pelo Senado Federal e devem passar a valer nas eleições de 2010.

    As Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Ciência e Tecnologia (CCT) no Senado aprovaram proposta que autoriza sites de notícia e de busca a publicar propaganda paga de candidatos à presidência da República. A idéia de estender o direito a candidatos a outros cargos foi derrubada por não ser possível garantir isonomia a todos. A nova regra, que ainda precisa ser avalizada pelo Plenário da Casa, não constava da proposta aprovada pela Câmara.

    Conforme o projeto, a web poderá ser instrumento de campanha, desde que o conteúdo seja produzido pelo próprio candidato, partido ou coligação. Os eleitores também poderão apoiar os políticos, desde que façam manifestações individuais e não se refiram a adversários. Os candidatos podem pedir votos em suas páginas pessoais, redes de relacionamentos, Messenger (serviço de mensagens instantâneas) e blogs, mas estão proibidos de divulgar campanhas em sites oficiais ou da administração pública e de veicular publicidade eleitoral em sites de empresas.

    Até que o novo projeto seja aprovado no Plenário do Senado, segue valendo as restrições determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permite campanha apenas por meio de sites destinados às eleições, sob o domínio ".can.br". Pela regra, a página deve ser tirada do ar dois dias antes das eleições.

    Fonte: http://noticias.terra.com.br

    Livro convida leitores a oferecer notas de rodapé

    Editora convida leitores a oferecerem comentários
     

    As seções de comentários nos blogs de autores e no site da Amazon.com já permitem que leitores expressem suas opiniões, questionem as premissas de um autor ou acrescentem aquilo que sabem sobre o conteúdo de um livro. Agora, em uma experiência promovida pela Shared Book, uma companhia que produz livros personalizados e permite que leitores façam anotações em documentos online, a editora responsável por Nurture Shock: New Thinking About Children, um livro de Po Bronson e Ashley Merriman sobre novas maneiras de criar filhos, está convidando os leitores a oferecerem notas de rodapé para três dos capítulos da obra.

    A partir de setembro, os capítulos que envolvem elogios a filhos (e por que é uma má ideia exagerar neles), a importância de uma hora adicional de sono e a prevalência da mentira entre as crianças, serão postados nos sites PoBronson.com, Nurtureshock.com e no Twelvebooks.com, o site da editora responsável pelo livro lançado três semanas atrás.

    Os leitores poderão marcar uma palavra, sentença ou parágrafo, e acrescentar notas que serão integradas ao texto em forma de comentários no pé da página.

    "Nós imaginamos que essa seria uma boa maneira de promover uma discussão profunda do texto, permitindo que as pessoas literalmente o discutam sentença a sentença, de forma coletiva", disse Jonathan Karp, editor responsável pela Twelve, uma das divisões editorais do Hachette Book Group.

    A Shared Book se encarregará de recolher essas notações e incorporá-las aos três artigos, na forma de um arquivo em formato PDF que os leitores poderão adquirir ao preço de US$ 2,95.

    Caroline Vanderlip, presidente-executiva da Shared Book, diz esperar que pessoas como pais com histórias relevantes a contar ou estudiosos que tenham revisado as pesquisas citadas pelo texto ofereçam notas de pé de página sobre o conteúdo. Os comentários oferecidos não serão moderados ou editados.

    "Para nós, os recursos que a Web 2.0 oferece ao mundo editorial envolvem permitir que as pessoas desenvolvam novas formas de relacionamento com a palavra escrita", diz Vanderlip. No futuro, a empresa espera permitir que editoras lancem versões de livros que já contenham um mecanismo para incorporar os comentários de leitores.

    Bronson diz que gostou da ideia de conduzir uma experiência com alguns capítulos de Nurture Shock na SharedBook, porque está interessado em criar uma comunidade de leitores. "Eles podem ter uma discussão granular e descobrir outras pessoas interessadas em conduzir discussões desse tipo", afirmou.

    Mas o autor não estava certo de que venham a existir leitores interessados em adquirir uma edição compilada dos comentários de leitores. Tudo vai depender de "determinar se o nível dos comentários será alto o suficiente para levar pessoas a desejar comprar a versão SharedBook", disse.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Web só perde para TV em informação para eleitor, diz estu

     

    A internet é o segundo meio de comunicação mais usado para obter informação sobre as eleições, perdendo apenas para a TV, indica um estudo feito pelo DataSenado e divulgado hoje pela Agência Senado.

    A pesquisa, feita com 1.088 eleitores de 27 capitais brasileiras, diz que 59% das pessoas consideram que a internet terá grande impacto nas eleições de 2010. Esse número sobe para 64% se levar em consideração os cidadãos que leem sites de notícias e participam de redes sociais.

    Segundo o estudo, 67% dos entrevistados usam a TV como principal meio para se informar sobre questões políticas. O segundo lugar, com 19%, fica com a internet, seguido por "jornais e revistas", com 11% das respostas. O rádio apareceu em 4% dos pesquisados.

    Ainda na importância da internet nas eleições, 46% das respostas indicaram que a troca de ideias e informações entre eleitores será a principal vantagem da internet. Outros 28% acreditam que a web serve para divulgar as propostas dos candidatos.

    Entre os entrevistados por telefone pelo DataSenado, 58% usam a internet todos os dias, 78% leem sites de notícias e 53% participam de redes sociais como Orkut e Twitter.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Nova identidade dos brasileiros

     

    O grupo que trabalha nas especificações técnicas do Registro de Identidade Civil (RIC) prevê que o cartão de policarbono que vai substituir as carteiras de identidade terá, ao menos no início, dois chips - um para operações que não exijam contato, como passar por uma catraca ao entrar em um estádio de futebol, e outro para interfaces relacionadas a identificações mais seguras, em trocas de informações com a Receita Federal, por exemplo.

    Há principalmente dois motivos para essa opção, segundo o diretor de infraestrutura de chaves públicas do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Maurício Coelho: o legado de leitoras instaladas e em operação, que não pode ser desprezado - uma vez que a troca de todos os equipamentos teria impacto sobre o custo global do projeto; e a percepção de que as tecnologias sem contato ainda não estão suficiente maduras na questão de segurança.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Soluções para SBTVD

    A Intel e a IBM vão colaborar para desenvolver soluções para a TV digital brasileira. Com esse objetivo, as duas gigantes acabam de ingressar no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD)

    A partir de agora, as duas empresas poderão colaborar ativamente no processo da contínua evolução do ISDB-T (nome técnico do padrão nipo-brasileiro de TV digital), cujas discussões ocorrem no âmbito da entidade.

    Para Frederico Nogueira, presidente do fórum, a entrada dos novos membros é mais um ato de reconhecimento à TV digital nipo-brasileira, especialmente no tocante à  interatividade. “A entrada de players com presença mundial traz ganhos não só para o Brasil, mas para todos os países que vierem a adotar o mesmo padrão”, afirma.

    Fábio Tolentino, engenheiro de produtos da Intel, conta que a fabricante de chips está comprometida com a produção de chips customizados para dispositivos de eletrônica de consumo que podem ser utilizados em receptores baseados no padrão nipo-brasileiro.

    O executivo diz que a TV digital é uma das principais apostas da fabricante no mercado de tecnologia embarcada, na América Latina. “Nosso objetivo é oferecer soluções que permitam ao usuário final usufruir, de forma completa e interativa, de todas as melhorias possíveis trazidas pela TV digital”, observa.

    Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias da IBM, destaca que a Big Blue pretende contribuir com a  grande  experiência que possui em desenvolvimento de aplicações.

    “Acreditamos que podemos trazer nosso know how  de pelo menos 50 anos na indústria de software. Questões de qualidade, estratégias e ferramentas para desenvolvimento de aplicações e testes, gestão do ciclo de vida dos softwares são parte do nosso DNA. E isso tornará nossa contribuição  bem positiva”, avalia.

    Fonte: http://wnews.uol.com.br

    Jornal de blogs impressos fecha as portas

    A idéia era ousada, mas não conseguiu se sustentar. Após seis meses de operações, 16 volumes e 80 mil cópias distribuídas além de 100 mil baixadas da rede , o The Printed Blog anunciou o fim do projeto. A notícia é do site TechCrunch .

    O The Printed Blog era uma idéia simples, mas criativa, que ia na contramão do fluxo atual da mídia. Tratava-se de um jornal que selecionava notícias em blogs pela internet e colocava-as em papel impresso, com fotos vistosas e em boa resolução e que era distribuído gratuitamente em semáforos de Chicago, São Francisco, Los Angeles e Nova Iorque, todos nos Estados Unidos. Planos futuros incluíam a impressão de cópias personalizadas para bairros e anúncios locais em suas páginas.

    De acordo com o blog Small Business do site Chicago Business o fudador do jornal, Josh Karp, considerava sua idéia um dos negócios mais promissores da América. E mesmo apesar de todo o burburinho criado em volta de seu projeto, Karp não conseguiu sustentar seu projeto ao falhar na negociação com investidores.

    Na época de seu lançamento, o The Printed Blog ganhou notoriedade através de outros jornais como o The New York Times, BusinessWeek e Irish Times. Após dois volumes e um certo sucesso, Karp já pensava em levar sua cria a outros locais, como África do Sul e Fairbanks, no Alasca, noticiou o site Editor&Publisher .

    Todos os poucos volumes foram custeados pelo próprio Karp, que disse em entrevista ao Chicago Business que seu primeiro erro foi a perda do foco, mas que a crise econômica também não ajudou em uma época de fechamento de muitos outros jornais, alguns deles grandes e tradicionais veículos.

    O objetivo do The Printed blog era levar conteúdo online de qualidade ao meio físico, alcançando pessoas que ainda não se aventuravam na internet, mas não conseguiu convencer investidores de que esse seria um produto viável e rentável. Além disso, Karp não contava com a explosão do acesso à rede pelos celulares, que transformaram seu jornal em algo praticamente inútil.

    “Mesmo com um significante investimento de minha parte e o apoio adicional de seis ou sete cartões de crédito, não pudemos arrecadar o valor mínimo de dinheiro necessário para alcançar o próximo estágio de nosso desenvolvimento”, disse Karp em seu blog . “Essa foi uma decisão difícil para nós, mas a realidade financeira da situação demandou que suspendêssemos as próximas publicações imediatamente e definitivamente”, completou.

    Antes de sua saída do mercado, Karp deixou uma previsão de como será o jornalismo nos próximos anos:
    “Acredito que os próximos anos estarão entre os períodos mais excitantes da história do jornalismo. A indústria está à beira de grandes mudanças e, quando for redefinida, ficará muito diferente do que é hoje e funcionará consideravelmente melhor”.

    O site do The Printed Blog pode ser acessado pelo endereço www.theprintedblog.com.

    Fonte: http://br.noticias.yahoo.com