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    Realidade Aumentada

    A edição da revista Esquire de dezembro propõe interatividade com o leitor
     
    Quando os leitores segurarem a edição de dezembro da revista masculina Esquire, em frente a uma webcam, verão como a revista ganha vida na tela do computador: as letras "voam" e o ator Robert Downey Jr. "salta da capa". Ao girar ou inclinar a revista, a imagem reproduz os movimentos do gestos.
     

    Os editores da revista estão claramente animados com o recurso chamado de "realidade aumentada", sua mais recente experimentação em busca da manutenção da vitalidade da mídia impressa em meio da invasão digital.

    "Me sentia como um homem das cavernas vendo o fogo pela primeira vez", disse o diretor de arte David Curcurito.

    A animação é desencadeada por um quadro que parece um jogo de palavras cruzadas, impresso abaixo da imagem de Downey. Há mais seis nas páginas da revista que chega às bancas em 16 de novembro e cada um deles aciona uma animação interativa diferente, além de um par de anúncios comerciais.

    Em tempos de crise para a indústria das revistas, as inovações da Esquire podem ser interpretadas como o futuro da mídia impressa ou como um golpe final frente a invasão da internet.

    A web também conquista parte das contas publicitárias e de leitores de revistas, por isso, os editores têm tentado dar mais impacto ao conteúdo impresso. A Time fez a prova com publicações que permitem aos consumidores combinar diferentes seções de oito de suas revistas. Entertainment Weekly colocou uma tela de vídeo em uma edição recente e a Esquire usou, no ano passado, tinta digital na capa de sua edição de 75º aniversário.

    Apesar de não dizer o quanto, o diretor da Esquire David Granger admitiu que este número custa mais do que o normal, mas a marca do carro Lexus assumiu parte do custo no pagamento de dois anúncios de "realidade aumentada". Ele disse que não pode usar esta tecnologia a cada mês, mas gostaria de fazê-lo o mais rápido possível.

    Ao contrário de muitas publicações em papel, embora venda menos publicidade, a Esquire tem sustentado a sua audiência. Na internet, onde publica alguns de seus artigos, vem atingindo números modestos, com 362 mil visitantes em setembro, segundo a comScore. Mas a sua circulação média cresceu de 38 mil cópias na presente década e, no segundo semestre de 2009 chegou a 718 mil, segundo o Buró de Audición de Circulaciones.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

     
     

    Para que serve esse tal Google Wave?

     
    Em desenvolvimento há dois anos num escritório de Sidney, Austrália, o Google Wave não precisou de alguns dias para se tornar o assunto digital mais comentado do mês.
     
    O aplicativo de colaboração instantânea do Google causou comoção internacional quando a primeira leva de convites externos foi liberada – tornando-se, em questão de minutos, um dos assuntos mais discutidos não apenas no Twitter como em toda a web. Aberto para desenvolvedores há alguns meses, a versão que chega ao computador do usuário comum - e privilegiado com um convite (caso um usuário não convidado tente acessá-lo vai encontrar uma mensagem que diz: "Your Google Account has not yet been activated for Google Wave." – ainda é bastante inicial, incluindo apenas sua base de funcionalidades.

    Já é o suficiente para que os convites sejam disputados até por leilão no eBay, provando que o Wave caminha para se tornar uma importante ferramenta nos ambientes de trabalho deste início de século. “A gente podia ficar mais um ano desenvolvendo, mas como é prática no Google, liberamos o serviço bem antes dele estar finalizado para estudarmos o impacto causado pelo uso contínuo”, explicou Lars Rasmussen, um dos criadores, ao lado do irmão Jens, do Google Wave.Não é só o custo tecnológico que está sendo analisado nesta fase de implementação, mas a própria forma como os usuários vão usar o serviço.

    Combinando funcionalidades comuns tanto ao e-mail quanto aos comunicadores instantâneos, o grande foco do Wave está nas pequenas facilidades que tornam o trabalho em equipe mais ágil e prático. Em vez de copiar destinatários na mesma mensagem, você adiciona cada um deles no mesmo fluxo de dados, a “onda” do Wave.
     
    A praticidade está no fato de que, pra cada recipiente copiado, o servidor de e-mail precisa criar uma nova mensagem individual – enquanto o Wave é único e editável por todos. Isso implica em um texto exibido sempre da mesma forma para todo mundo e elimina problemas como pessoas diferentes editando o texto ao mesmo tempo, anexos que precisam ser reencaminhados o tempo todo e destinatários copiados no meio da conversa que precisam se achar em um universo de informações prévias até encontrarem o fio da meada.

    Lars explica que o Wave torna-se mais fácil de entender a partir de seu uso prático: “Uso-o para o trabalho, o dia inteiro, todos os dias. A maior parte das minhas discussões de trabalho acontecem no Wave agora.” Um dos problemas que a grande maioria dos usuários encontra atualmente no jovem aplicativo é justamente a falta de conhecidos ou pessoas de seu círculo de amigos inscritos no site – com os convites limitados a 8 por usuário, fica difícil transpor um grande catálogo de endereços à lista de contatos do comunicador. “As pessoas se cadastram, mas logo saem porque seus amigos ainda não estão lá”, diz Lars.

    Realmente, é complicado entender o Wave sem usar suas principais funcionalidades, como a colaboração em tempo-real – que permite que participantes de um mesmo Wave acompanhem o que está sendo digitado antes mesmo da edição terminar. Para os mais experientes, lembra a conversa em fóruns ou listas de discussão. Esse problema não ocorre com uma geração mais nova: “Trouxemos ao nosso escritório 30 crianças de um colégio local para que fizessem um exercício de redação criativa e em minutos elas já estavam familiarizadas com a ferramenta.”

    Sobre o que vem pela frente, Lars revelou que o grande foco do desenvolvimento até então eram os Waves e a forma como elas aconteceriam. Desde o pré-lançamento do produto, no entanto, o gerenciamento ganhou maior importância na lista de prioridades da equipe – que ainda inclui a integração do software com redes sociais e blogs, além da possibilidade de comunicação por voz.
     
    “Parece que já passou um ano”, diz Lars, sobre a avalanche de trabalho surgida desde que os primeiros convites começaram a ser enviados. Apesar de alguns sites afirmarem que o Wave ainda é “mais complicado que física nuclear”, Lars cita frase do criador da internet, Tim Berners-Lee, que dizia que o mais difícil de entender é “o poder da ideia".
     
     
     

    Google E-books?

     

    Em meio a toda polêmica que vem circulando o assunto Google Books, a gigante da internet anunciou na Feira do Livro de Frankfurt (Alemanha), que vai lançar no primeiro semestre de 2010 um serviço de venda de e-books.

    Intitulado Google Editions, o site planeja oferecer cerca de meio milhão de títulos inicialmente - superando os pouco mais de 300 mil disponíveis via Amazon para o Kindle.

    A empresa vai permitir que os preços sejam determinados pelas editoras, com 37% do lucro voltando para o Google. A revenda através de outros sites também será possivel - nesse caso, revendedor e editora levam a maior parte do lucro, com apenas 5% ficando para a companhia californiana.

    O Google informou ainda que não pretende desenvolver equipamento específico para os e-books, que poderão ser lidos de qualquer navegador.

    Fonte: http://blog.estadao.com.br

    5 questões a serem consideradas na migração para o Windows 7

    O Windows 7 foi lançado para as empresas no dia 1° de setembro, mas o marco para o novo sistema será dia 22 de outubro, quando ele estará disponível para o mercado consumidor. O lançamento completo tem algum impacto no mercado corporativo também, mas a adoção do sistema pela maioria das empresas não chega a ser algo inevitável.

    O principal apelo do Windows 7 não é sua arquitetura, que foi adaptada do Windows Vista, mas sim recursos que facilitam sua implantação e sua estabilidade. Alguns especialistas que testaram o sistema chegaram a dizer que o Windows 7 é aquilo que o Vista devera ter sido.
    Diante do cenário, confira cinco questões apontadas pela consultoria Gartner e que devem ser examinadas pelas empresas antes de migrar para o novo sistema:

    Elimine o XP até o fim de 2012.

    A Microsoft vai dar suporte ao Windows XP com correções de segurança até 2014, mas é provável que os fornecedores independentes de software interrompam testes com o sistema bem antes. Para a Gartner, os lançamentos críticos para os negócios vão exigir Windows 7 bem antes que o suporte ao XP seja interrompido. 2012 é um bom ano para se ver totalmente livre do sistema lançado em 2001.

    Comece os projetos de migração agora.

    Uma organização típica requer de 12 a 18 meses de espera, testes e planejamento antes de começar a implantar um novo sistema operacional. Há muito trabalho a ser feito para o momento de preparação e deixar tudo para depois só vai resultar em mais custos.

    Não espere pelo Service Pack 1 (SP1) do Windows 7 para iniciar testes e implantação.

    A maioria das organizações dizem que planeja a entrega do SP1 do Windows 7 antes de iniciar os trabalhos. A consultoria Gartner aconselha a deixar essa idéia de lado, principalmente se a companhia não chegou a implantar o Windows vista.

    Planeje o orçamento cuidadosamente.

    Os custos da migração para o Windows 7 depende muito da abordagem que a companhia dá à questão. A Gartner levantou que os custos da migração podem dobrar sem um planejamento adequado de orçamento, em um cenário em que a empresa ainda utiliza Windows XP e trocará para o Windows 7

    Não pule o Windows 7.

    O Windows 7 é classificado pela Gartner como um sistema maduro, por ter sido construído com a arquitetura do Vista, eliminando diversos de seus erros. A consultoria também diz que sistemas dentro dessa categoria não devem ser pulados. Enquanto organizações que pularam o Windows 2000 e esperaram pelo XP tiveram uma migração com poucos problemas, quem pulou o XP aguardando o Vista teve enormes dores de cabeça.
     

    Tim e Qualcomm lançam loja de aplicativos em 2010

    Fabricante de chips Qualcomm e a operadora TIM anunciaram a oferta de uma loja de apliciativos para celulares com o uso da solução Plaza Retail, desenvolvida pela Qualcomm, para o primeiro trimestre de 2010.

    A plataforma foi desenvolvida para a criação de aplicativos capazes de rodar na maior parte dos aparelhos celulares presentes na operadora. A vitrine abriga software projetados para as plataformas Java, BREW Flash e Android. Já se planeja, também, suporte para Windows Mobile, Palm, Symbian e LiMo.

    Segundo o diretor de marketing da TIM, Rogério Takayamagi, a expectativa de lançar a loja até março do próximo ano é realista. "Antes do lançamento, é necessário realizar testes de integração e ter a certeza que que a loja funciona para a maior quantidade possível de usuários", afirma.

    Para Len Lauer, chefe de operações da Qualllcom, os fabricantes de aparelhos que produzem aplicativos são concorrentes, mas a empresa aposta na diversidade de plataformas e na cobrança integrada para ganhar espaço contra esses concorrentes.

    Takayamagi disse também que a característica aberta da loja de aplicativos vai permitir que os desenvolvedores criem inclusive softwares corporativos, voltados para produtividade. "Se existe demanda, vai haver alguém para desenvolver aplicativos para qualquer nicho de mercado".

    Fonte: http://computerworld.uol.com.br

    Acer ultrapassa Dell e se torna segunda maior em vendas

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    A Acer ultrapassou a Dell e se tornou a segunda maior fabricante de computadores do mundo, segundo dados do IDC para o terceiro trimestre de 2009. A empresa foi br beneficiada pela popularidade dos netbooks, principalmente. A HP continua liderando, com 20,2% do mercado.

    As vendas mundiais de computadores pessoais cresceram 2,3 % em todas regiões, exceto no Japão, que sofre com uma grande queda de vendas. O aumento é uma recuperação importante, já que no primeiro trimestre as vendas caíram 6,8 % e 2,4 % no segundo. As vendas totais superam 78 milhões de computadores.

    No entanto nos Estados Unidos, a Dell ainda ocupa o segundo lugar, logo atrás da líder HP. No país acontece algo diferente também: a Apple está entre as 5 primeiras, com 9,4% do mercado.

    Top 5 vendedoras no mundo.

    1. HP – 20,2 %
    2. Acer – 14 %
    3. Dell – 12,7%
    4. Lenovo – 8,9%
    5. Toshiba – 5,2%

    Outros – 38,9%

    Top 5 vendedoras nos EUA.

    1. HP – 25,5%
    2. Dell – 25%
    3. Acer – 11,1%
    4. Apple – 9,4%
    5. Toshiba – 8,1%

    Outros – 20,9%

    Fonte: http://sodalimao.com.br

    Apple desenvolve aplicativo de rádio para iPhone

    O aplicativo sintoniza rádio FM e tem integração com o iTunes  

    A Apple anunciou uma nova funcionalidade para seu telefone, um aplicativo para sintonizar rádio FM, com integração ao iTunes e recursos semelhantes aos usados em músicas, como pausa e avanço rápido. Em uma atitude comercial recorrente, a empresa mais uma vez traz à tona um recurso nativo que não vinha sendo usado.

    De acordo com o portal CNET, a aplicação será semelhante à que foi inserida no iPod Nano. Esse software já deveria estar disponível para fins comerciais, mas a estratégia adotada pela empresa foi associar o uso da rádio à iTunes Store, permitindo assim que, caso os usuários queiram, possam comprar as músicas que estão escutando com um apertar de botão.

    Outros softwares já oferecem a funcionalidade de reprodução de FM, como o Wunder Radio, mas permitem apenas que as músicas sejam enviadas pela internet para outros iPhones e iPods Touch.

    Para a Apple, o grande diferencial de sua versão é mesmo a integração com o iTunes Store, que cria uma fonte de lucro em potencial, além de melhorar fatores de concorrência com o ZuneHD, tocador de música da Microsoft que já possui o recurso rádio FM.

    Segundo o site 9to5Mac, essa não é a primeira vez que a Apple apresenta uma função que o hardware de seus produtos já possuía, mas não era usada. Por vezes a empresa opta em manter um recurso latente, para lançar apenas no momento em que julga ser oportuno.

    Por exemplo, o Ipod Touch da segunda geração já contava com Bluetooth nativo, mas a divulgação dessa informação só veio 9 meses após seu lançamento. E, segundo o site Register, as últimas versões de iPhone e iPods já contam com um microprocessador capaz de lidar com redes WiFi de 5GHz, mas essa solução ainda não está habilitada nos aparelhos.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Google tem 6% do tráfego da web

    De acordo com pesquisa divulgada pela empresa Arbor Networks na quinta-feira, 15/10, o Google domina 6% de todo o tráfego atual da internet.

    O relatório foi elaborado em parceria com a Universidade de Michigan e fez a análise de conteúdos e dados de 110 provedores do mundo durante dois anos. Além de constatar a alta participação do Google, o estudo também concluiu que a popularidade dos sites de streaming e compartilhamento de vídeos têm crescido significativamente.

    A pesquisa mostra que o monopólio do tráfego da rede está restrito a uma quantidade escassa de empresas. O relatório informa que 30 grandes companhias, entre elas o Facebook e Microsoft, possuem 30% de todo o tráfego da web.

    Fonte: http://www.tiinside.com.br

    Confira 20 coisas que a internet está destruindo

    Desde que o uso da internet se generalizou, há cerca de 10 anos, provocou grandes mudanças nas nossas vidas, algumas positivas, outras negativas. Tarefas que precisavam de dias para serem feitas, hoje são realizadas em segundos, enquanto tradições e habilidades que surgiram e cresceram ao longo dos séculos, hoje não passam de redundâncias.

    Em uma reportagem especial publicada pelo jornal britânico Telegraph compilou uma lista das 50 coisas que estão sendo destruídas pela internet, "desde produtos e modelos de negócios até experiências de vida e hábitos". A lista inclui também algumas coisas que sofreram a influência de outros meios de comunicação modernos, como os telefones celulares e os sistemas de navegação GPS.

    Confira abaixo uma lista reformulada e adaptada com 20 coisas, entre hábítos e posturas sociais, que a internet está destruindo:

    1 - A arte de discordar educadamente:
    As discussões insignificantes dos iniciantes do YouTube podem não ser representativas, mas certamente a internet aguçou o tom dos debates. O mundo dos blogs parece incapaz de aceitar as diferenças de opinião. E os trolls crescem em cada canto da web.

    2 - Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade:
    O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. Algumas de muito mau gosto, mas um antídoto para o "luto" dos fãs que, de outra forma, predominaria.

    3 - Ouvir um disco do início ao fim:
    Os singles são um dos benefícios improváveis da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que valem a pena terão a audiência que merecem?

    4 - Pontualidade:
    Antes dos celulares, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao restaurante na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos antes para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias descartáveis da era da conectividade.

    5 - Listas de telefone:
    Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas.

    6 - Lojas de música:
    Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio.

    7 - Memória:
    Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipedia, o "mero" armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.

    8 - Concentração:
    Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.

    9 - Decorar números de telefone:
    Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo.

    10 - Teorias conspiratórias:
    A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.

    11 - Preencher formulários na última página dos livros:
    O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como "Clientes que compraram este livro também compraram..."

    12 - Álbuns de fotos e projeções de slides:
    Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.

    13 - Depender de agentes de viagens para marcar férias:
    Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote "imperdível". Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.

    14 - Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy:
    A onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais temidos ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de pornografia. Porque tremer na fila para comprar a última Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto na sua cama?

    15 - Relógios de pulso:
    Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.

    16 - Artistas ainda não descobertos:
    Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.

    17 - Escrever cartas:
    E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequencia, frases de despedida formais como "Com as melhores saudações" foram substituídas por um simples "Valeu".

    18 - Matar tempo:
    Quando foi a última vez que você passou uma hora olhando o mundo pela janela, ou lendo novamente seu livro favorito? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.

    19 - Assistir televisão acompanhado:
    A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.

    20 - O intervalo de almoço:
    Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduíche enquanto responde e-mails pessoais e confere as últimas promoções de passagens aéreas?

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    YouTube negocia com Hollywood para exibir filmes pagos

     

    O YouTube, o maior site de vídeos da web, está negociando um acordo com estúdios de Hollywood que permitiria que visitantes assistissem a filmes completos, de acordo com duas pessoas informadas sobre as negociações.

    Caso um acordo seja fechado, representaria uma grande mudança para o YouTube, que construiu grande audiência ao oferecer uma coleção eclética de videoclipes gratuitos, e que obtém a maior parte de sua receita da publicidade. Também colocaria o YouTube, controlado pelo Google, em concorrência direta com serviços oferecidos pela Netflix, Amazon e Apple, os quais permitem que os usuários comprem ou aluguem filmes online.

    O YouTube, que já oferece alguns filmes mais antigos gratuitamente em seu site, está negociando com Lionsgate Entertainment, Sony e Warner Brothers sobre a possibilidade de oferecer produções mais novas, disse uma pessoa informada sobre as negociações, que vinham sendo conduzidas em caráter confidencial.

    O YouTube, que há muito vinha procurando adicionar mais vídeos produzidos profissionalmente, afirmou em comunicado que "embora não comentemos sobre boatos e especulações, esperamos expandir tanto o nosso ótimo relacionamento com os estúdios de cinema quanto a seleção e tipos de vídeo que oferecemos à nossa comunidade".

    Scott Rowe, porta-voz da Warner Brothers, e Jim Kennedy, porta-voz da Sony Pictures, se recusaram a comentar. Peter Wilkes, porta-voz da Lionsgate, também não comentou de forma específica, mas declarou que sua empresa estava "sempre explorando alternativas" que pudessem ajudá-la a faturar mais com os seus filmes.

    A Lionsgate, disse Wilkes, desfruta de considerável sucesso em sua oferta de filmes e programas de televisão por intermédio da Apple. De acordo com ele, a série Mad Men, do estúdio, já conseguiu dois milhões de downloads na loja online iTunes, da Apple.

    As negociações entre o YouTube e os estúdios foram reportadas inicialmente no site do Wall Street Journal.

    Os estúdios de cinema vinham pressionando o YouTube a considerar cobrança por determinados tipos de conteúdo, disse uma pessoa informada sobre as discussões. O YouTube parece disposto a ceder caso os estúdios concordem em lhe oferecer acesso a número suficiente de seus filmes mais novos, em data próxima ao lançamento destes em DVD, disse a fonte.

    Um executivo de estúdio que está informado sobre as negociações mas não quis que seu nome fosse divulgado para minimizar a perturbação nas discussões - afirmou que as questões que ainda resta resolver envolvem preço e o prazo para lançamento de filmes no YouTube. Ainda que as vendas de DVDs tenham caído, os estúdios continuam a proteger o período em que filmes estão disponíveis em DVD mas não em outros formatos.

    Os analistas dizem que, sem conhecer os termos do acordo, seria impossível avaliar seu impacto financeiro sobre o YouTube, mas afirmam que, em termos gerais, acordos com grandes provedores de conteúdo seriam positivos para o YouTube, com o tempo.

    "Wall Street trabalha com a suposição de que o YouTube continuará deficitário", disse Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets. Ele afirma que com acordos como esse "o potencial positivo do YouTube em longo prazo aumenta".

    O YouTube domina de forma esmagadora o mundo dos vídeos online. Em julho, usuários norte-americanos assistiram a quase nove bilhões de clipes no site, cerca de 10 vezes mais clipes do que assistiram nos sites operados pela concorrente mais próxima, a Viacom, de acordo com a comScore.

    Mas boa parte da audiência do YouTube visita o site para assistir a uma mistura aleatória de vídeos produzidos por amadores, que os anunciantes não veem com bons olhos. Por isso, o YouTube há muito está envolvido em uma busca pela obtenção de maior número de vídeos produzidos profissionalmente que pode usar para gerar receitas e compensar o enorme custo de veicular bilhões de vídeos gratuitos.

    O YouTube tem se provado disposto a mudar para atender às necessidades dos produtores profissionais de conteúdo. Em abril, por exemplo, anunciou um acordo com a Universal Music para criar o Vevo, um site separado para vídeos musicais. A Sony Music aderiu posteriormente a essa parceria.

    O Vevo é visto como tentativa de imitar o sucesso do Hulu, site criado pela NBC, Fox e Disney para oferecer programas gratuitos de TV e filmes aos usuários. Embora a audiência do Hulu seja muito inferior à do YouTube, o site vem conseguindo atrair grandes anunciantes.

    Parte dos esforços do YouTube podem estar começando a propiciar resultados. Nos últimos meses, executivos do Google afirmaram que graças a diversos novos esforços publicitários associados a vídeos profissionais, o YouTube estava mais perto de sair do vermelho, ainda que se recusassem a estimar quando o fará.

    O Google cobrava por locação e download de vídeos no passado, com o Google Video. Mas menos de um ano depois de adquirir o YouTube, em outubro de 2006, suspendeu os serviços de vídeo pago.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Internet completou 40 anos

     

    Os milhares de vídeos engraçados, as redes sociais e os aplicativos que atraem bilhões de usuários no mundo inteiro não eram exatamente o que os pesquisadores da Universidade da Califórnia, liderados por Len Kleinrock, tinham em mente quando começaram a trabalhar, há 40 anos, em um projeto que acabou resultando na rede mundial de computadores, a internet.

    O objetivo dos pesquisadores era criar uma rede de livre troca de informação. Essa liberdade, no entanto, abriu um mundo de possibilidades e levou ao nascimento de sites como YouTube, Facebook entre outros. Ainda existe muito espaço para inovar, mas talvez não exista mais tanta liberdade para operar. Mesmo com a internet mais acessível e mais rápida, começam a surgir barreiras artificiais que podem afetar seu crescimento.

    Os spams e os hackers obrigam os operadores de redes a criarem barreiras de proteção. Governos autoritários censuram muitos portais e serviços dentro de seus países. E, normas comerciais levam a imposição de políticas que prejudicam os concorrentes, principalmente em aparelhos portáteis como o iPhone.

    "Existe mais liberdade para que o usuário comum da internet possa jogar, se comunicar, fazer compras", afirmou Jonathan Zittrain, professor de direito e co-fundador do Centro Berkman para a Internet e a Sociedade de Harvard. "Ao mesmo tempo, existem algumas tendências que tornam muito mais fácil o controle da informação", acrescentou.

    Poucos prestaram atenção quando, no dia 2 de setembro de 1969, um grupo de 20 pesquisadores se reuniram no laboratório de Kleinrock na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para observar a troca de informação entre dois robustos computadores através de um cabo de cinco metros.

    Esse foi o início da rede Arpanet. No mês seguinte, o Instituto de Investigação de Stanford se juntou ao projeto e, antes do final do ano, também a Universidade de Santa Bárbara e a Universidade de Utah.

    Na década de 70 foram criados os correios eletrônicos e os protocolos de comunicação TCP/IP, que facilitaram a conexão de várias redes, levando ao nascimento da internet. Na década de 80 foi inventado um sistema de direções utilizando sufixos como .com e .org.

    A internet passou a ser um instrumento de uso comum na década de 90, quando o físico britânico Tim Berners-Lee inventou a web, uma subdivisão da internet que facilitaria o uso de recursos de diferentes origens.

    A internet floresceu auxiliada, principalmente, pela ausência de regras e políticas comerciais que poderiam ter sido um obstáculo.

    "Durante boa parte da história da internet, ninguém tinha ouvido falar dela", expressou Zittrain. "Isto permitiu demonstrar sua funcionalidade e raízes".

    O próprio governo norte-americano, que financiou as primeiras pesquisas como parte de um projeto militar, não se envolveu muito com a internet e deixou que os engenheiros promovessem a idéia de uma rede aberta.

    O idealismo inicial sobre uma rede totalmente livre está desaparecendo aos poucos. A disputa entre Apple e Google é um bom exemplo. A Apple restringe o uso de softwares de navegação na internet no iPhone, tendo bloqueado recentemente a aplicação Google Voice.

    Teste com tecnologia 4G

     
    A Nokia que está realizando seus primeiros testes com modems 4G. O aparelho, chamado de Internet Modem RD-3, é baseado na tecnologia LTE (Long Term Evolution), próxima geração de redes de banda larga no celular que deve chegar ao consumidor final em 2010.
     
     fabricante finlandesa faz parte do consórcio que desenvolve as tecnologias para o LTE. O teste do modem será feito com a infraestrutura já existente de diversos outros fabricantes usados pelas operadoras, para garantir que tudo funcione direito.

    Segundo a Nokia, o RD-3 é compatível com redes já existentes, como GSM/EDGE (2G) e WCDMA/HSPA (3G) e funciona nas diferentes frequências usadas pelas redes LTE. As definições do padrão LTE prometem velocidades de download de pelo menos 100 Mb/s e upload de 50 Mb/s no celular.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Google vai compartilhar livros digitalizados com rivais

     

    A Google, criticada por escanear livros sem autorização dos detentores de seus direitos autorais, anunciou nesta quinta-feira que vai abrir sua biblioteca digital a concorrentes e livrarias.

    O motor de buscas gigante fez o anúncio numa audiência do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, convocada para discutir as críticas a um acordo fechado em 2008 entre o Sindicato de Autores e o Google. As críticas se baseiam na alegação de que o contrato para autorizar o projeto maciço de escaneamento do Google criou preocupações de antitruste, infringiu copyrights e gerou possíveis preocupações com privacidade.

    "A Google vai manter os livros digitais (não impressos) online, e varejistas como Amazon, Barnes & Noble ou livrarias locais poderão vender acesso a usuários por meio de qualquer aparelho com conexão para a Internet," disse a Google em comunicado.

    Paul Aiken, diretor do Sindicato de Autores, disse que o anúncio afetará a maioria dos livros disponíveis no projeto Google de escaneamento de livros, já que a maioria dos autores que têm livros impressos decidirá não vender através do Google.

    Indagado se trata-se de uma mudança grande no acordo, o assessor jurídico chefe da Google, David Drummond, disse à Reuters: "Sim e não. Sempre trabalhamos com a ideia de que seríamos abertos".

    A Google foi fortemente criticada na audiência por Marybeth Peters, registradora de direitos autorais do Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos, que disse ao comitê que o plano da Google de digitalizar milhões de livros como parte do acordo que pôs fim a uma ação judicial coletiva cria um licenciamento de livros virtualmente compulsório.

    Peters disse que o Escritório de Direitos Autorais originalmente viu o acordo como positivo, mas logo mudou sua visão porque o acordo cobre comportamentos futuros, e não apenas corrige ações passadas.

    "O acordo modificaria a situação da lei de direitos autorais," disse Peters a deputados, em depoimento escrito. "Obrigaria autores, editoras, seus herdeiros e sucessores a pautar-se por essas regras, embora o Google ainda não tenha escaneado suas obras e talvez nunca venha a fazê-lo".

    Peters argumentou que a Google seria incorretamente autorizada a colocar livros esgotados no Google Books sem buscar a autorização dos detentores dos direitos autorais sobre as obras. Que o Google exiba livros inteiros sem autorização "é indiscutivelmente um ato de infração de direitos autorais," disse ela.

    Peters também argumentou que autores não americanos foram incluídos na ação coletiva, em alguns casos porque um exemplar de um livro estava numa biblioteca de pesquisas. Alemanha e França se opõem ao acordo proposto.

    Em seu depoimento, Drummond, da Google, disse que a Google "obedece inteiramente a lei dos direitos autorais". O plano da Google de escanear bibliotecas de pesquisas inteiras levou o Sindicato de Autores em 2005 a mover uma ação judicial acusando a Google de infração de direitos autorais. Um acordo proposto para resolver a ação será discutido em 7 de outubro numa corte federal de Manhattan.

    Empresas rivais, defensores da privacidade e algumas bibliotecas e pequenas editoras acusam a Google de violar as leis antitruste, visando dominar o mercado de livros digitais. O Departamento de Justiça dos EUA está analisando as acusações.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Jornada do lixo é monitorada ao vivo na web

    Exemplo de visualização da rota seguida por uma garrafa de plástico por um período de 3 dias, em Nova York. Os círculos brancos indicam o tempo gasto parado em locais específicos
     

    Para onde vai todo o lixo? Esta é a pergunta que pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, estão tentando responder através de um projeto de monitoramento de itens do lixo com aparelhos eletrônicos de rastreamento. Os trajetos estão sendo mostrados na internet em tempo real e em exposições que foram inauguradas esta semana na Liga Arquitetural de Nova York e na Biblioteca Pública de Seattle.

    Por meio do projeto, supervisionado pelo Laboratório Senseable City do MIT, três mil tipos comuns de lixo, a maioria de Seattle, estarão sendo rastreados pelo sistema de coleta e tratamento de lixo durante os próximos três meses.

    Karin Landsberg, 42, que se descreve como "nerd ecológica" em Seattle, ficou tão curiosa que permitiu que pesquisadores do Instituto fossem à sua casa no mês passado para selecionar 12 itens de sua lata de lixo e de recicláveis - uma lata de feijão, uma lâmpada fluorescente compacta - e acoplar pequenos aparelhos eletrônicos de rastreamento neles.

    Seu lixo está agora em trajeto para o lugar onde irá morrer ou renascer.

    A Liga Arquitetural de Nova York passou por um exercício de rastreamento de lixo semelhante como parte do mesmo projeto quando transferiu seus escritórios de Manhattan, no centro da cidade, para o SoHo há duas semanas. Entre os itens descartados que foram rastreados estavam um copo de café, um arquivo, uma estante de livros, um copo de vinho quebrado e uma garrafa de plástico vazia de sabonete líquido.

    "Tudo que eles conseguem me dizer até o momento é que algumas coisas passaram pelo Lincoln Tunnel", disse Gregory Wessner, diretor de programas e exposições digitais da Liga. "Ele está a caminho. Estamos muito entusiasmados em saber o que acontece".

    Um dos propósitos do projeto, disse Carlo Ratti, diretor do laboratório, é dar às pessoas um sentido concreto de seu impacto no meio ambiente, de uma maneira que possa levá-las a mudar seus hábitos.

    "Se você ver onde uma garrafa plástica acaba, a poucos quilômetros de uma estrada em um lixão, você pode decidir beber água da torneira ou de alguma outra embalagem", disse ele.

    Coletar, transportar, armazenar e se livrar do lixo é uma tarefa cara e muitas vezes complexa para as cidades. Lynn Brown, porta-voz da Waste Management Inc. - uma companhia que administra tanto aterros sanitários quanto centros de reciclagem nos Estados Unidos e que está ajudando a financiar o projeto de rastreamento com US$ 300 mil - disse que o lixo é transportado por uma rede vasta de locais administrados por vários parceiros, o que torna desafiador encontrar a maneira mais eficiente de lidar com ele.

    Isso também significa que há centenas de possíveis trajetos para o lixo. "De um ponto de vista logístico, é uma situação muito complicada", ela disse. "Quando examinamos como o lixo é manejado em diferentes cidades, comparamos isso a flocos de neve. Em cada local é diferente".

    Outros fatores também afetam o transporte de recicláveis como metal e plástico. Exemplos disso são as flutuações de preço, que podem fazer com que seja mais barato para uma companhia se livrar do lixo do que reciclá-lo, a contaminação, que inutiliza latas e papéis, ou o erro humano na seleção ou transporte de material.

    Mesmo quando um item é transportado para onde deve ir, "será que ele cai do navio, ou do caminhão, ou qualquer outra coisa?", disse Landsberg, planejador de transporte para o Estado de Washington. "Será que o lixo de fato se transforma em algo útil neste país? Será que tudo é triturado e enviado para a China, onde vai saber o que acontece com ele?".

    Para responder a algumas dessas perguntas, a equipe do MIT está usando rastreadores a bateria com base na tecnologia do telefone celular.

    Os pesquisadores dizem que levarão diversos meses para analisar os dados gerados pelos sinais de celular. Mas eles já notaram que enquanto alguns itens chegam ao seu destino em poucos dias, outros podem levar de quatro a cinco semanas para chegar aos aterros sanitários ou usinas de reciclagem e processamento de lixo.

    Em Seattle, onde os pesquisadores já estão rastreando cerca de 500 itens, uma lata de alumínio de uma residência viajou 4 km até um centro de reciclagem na cidade em menos de dois dias.

    Em Nova York, onde 50 itens estão sendo rastreados pelos escritórios da Liga Arquitetural, uma garrafa plástica de sabonete líquido coletada na Madison Avenue com a 51st Street viajou cerca de 29 km no curso de quatro dias para Kearny, Nova Jersey, e ainda está em trajeto - em princípio, para um centro de reciclagem, disse Assaf Biderman, diretor associado do laboratório do MIT.

    O rastreamento tem suas limitações. Embora os rastreadores tenham uma bateria com duração de dois a seis meses e possam enviar sinais do exterior, eles podem ser facilmente esmagados em trânsito dentro de caminhões de lixo ou em instalações de processamento. Biderman disse que um copo de papel de uma residência de Seattle enviou sinais durante sete dias antes de ficar mudo, e presume-se que ele tenha sido destruído.

    Mas os pesquisadores dizem que a maioria dos rastreadores provavelmente viaja o bastante para mostrar o destino de cada item e quanto tempo demoram para chegar até lá, produzindo informações sobre ineficiências no sistema de gestão de lixo. Nas próximas semanas, espera-se que o projeto ganhe um componente internacional, quando 50 itens forem rastreados em Londres, disse Biderman.

    Brown, da Waste Management, disse que sua empresa esperava que o experimento pudesse no futuro ajudar seus 24 mil caminhões de lixo a encurtar trajetos ou evitar suas sobreposições e encontrar locais mais centrais para transferência e eliminação de lixo.

    Em última análise, disse ela, "estamos procurando maneiras de reciclar mais e fazer tudo de modo mais eficiente".

    Brett Stav, especialista sênior em planejamento e desenvolvimento da Seattle Public Utilities, que coleta cerca de 21 mil toneladas de lixo e recicláveis por dia, disse que além de ajudar a logística, ele via "um valor educacional imenso" no experimento.

    "Existe esse mundo oculto do lixo e as ramificações para as escolhas que as pessoas fazem", ele disse. "As pessoas simplesmente pegam seu lixo e o colocam na calçada, se esquecendo dele e sem pensar sobre todo o tempo, energia e dinheiro colocados em sua eliminação".

    Landsberg, de Seattle, aprendeu bem a lição: ela tem tanta consciência sobre o meio ambiente que mantém um depósito de minhocas para transformar seu lixo orgânico em adubo.

    "Se eu descobrisse que o lixo não estivesse indo para onde eu achava, se ele fosse menos reciclado do que eu esperava", ela disse, "poderia considerar comprar menos de algo ou ficar sem ele". "Talvez a questão seja mais reduzir do que reutilizar".

    Mais informações sobre o projeto e exemplos de alguns itens rastreados podem ser visualizados no endereço senseable.mit.edu/trashtrack

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br.

    Twitter: contas falsas levam usuários a sites perigosos

     

    A F-Secure alerta para o crescimento das contas falsas no Twitter. São perfis que aparentam ser reais mas que, na verdade, são gerados em massa automaticamente por hackers mal intencionados.

    A empresa finlandesa, especializada em soluções de segurança, explica que nestes perfis falsos as contas, os nomes de usuários (geralmente em alemão) e a localização (cidades nos Estados Unidos, principalmente) variam bastante. As contas também fazem upload de papéis de parede do Twitter instantaneamente, de maneira a personalizar o perfil e dar-lhe mais "autenticidade".

    De acordo com o comunicado da F-Secure, todos os "tweets" (as mensagens) enviados por essas contas são gerados automaticamente a partir de palavras no Trending Topics (a lista de tópicos mais falados) ou mesmo replicando tweets verdadeiros enviados por usuários reais.

    Os links que estão nas mensagens enviadas por estes perfis falsos levam o internauta a sites maliciosos que tentam assustá-lo avisando sobre vírus ou ameaças inexistentes para que ele compre um antivírus que não funciona - e do qual ele não precisa.

    Para evitar ser vítima deste "scareware", twiteiros não devem aceitar mensagens ou clicar em links que venham em mensagens de quem eles não conhecem, orienta a F-Secure.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Banda larga cresceu 16% no Brasil em 2009

     

    O número de conexões banda larga cresceu 16% no Brasil no primeiro semestre de 2009. No total, o País tem 13,6 milhões de conexões, de acordo com a 12ª edição do Barômetro da Banda Larga, estudo feito a cada seis meses pela Cisco e IDC.

    Segundo o estudo, no período analisado (janeiro a junho), foram 1,13 milhão de novas conexões fixas e 680 mil conexões móveis. No período de um ano entre junho de 2008 e de 2009, o crescimento da banda larga no Brasil foi de 36,5%.

    Nos totais, junho de 2009 fechou com 2,6 milhões de conexões móveis e 10,9 milhões de conexões fixas. Ao iniciar a medir a banda larga no Brasil, a Cisco criou a meta de "15 milhões de conexões" até 2010, número que deve ser alcançado no próximo semestre. O estudo é feito com provedores de acesso em todo o País.

    De acordo com a pesquisa, a velocidade de navegação aumentou "timidamente". A banda larga mais "popular" é a de 512 Kbps/0,99 Mbps (28%), mas os acessos entre 1 e 2 Mbps já representam 22% das conexões. Apenas 16% das conexões estão acima de 2 Mbps no Brasil.

    Na divisão geográfica, São Paulo tem o maior número de acessos em alta velocidade a cada 100 habitantes, com 11% de participação, seguido pela região Sul (7,49%), Centro-Oeste (6,05%), Sudeste (6,01%) Norte (3,51%) e Nordeste (1,19%), sem contar os acessos por celular.

    A Cisco e o IDC estimam que, na América Latina, existam mais de 26,8 milhões de conexões (números de dezembro de 2008), com o maior número de acessos na Argentina e Chile (8,8% da população com banda larga), seguido pelo Uruguai (7,6%) e Brasil (5,2%).

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Google Earh mostra mapa 3D das mudanças climáticas

    Google: visualizar as mudanças pode gerar mais conscientização das pessoas
     
     

    O Google implementou recentemente em seu aplicativo Google Earth funcionalidades que permitem simular os efeitos das mudanças climáticas que devem afetar o nosso planeta até 2100. As novas funcionalidades são um resultado da parceria entre o Google e o governo dinamarquês, que está à frente da convenção sobre mudanças climáticas das Nações Unidas, a COP 15, que será realizada em Copenhagem em dezembro desse ano.

    "Estamos lançando uma série de funcionalidades e guias para permitir que as pessoas conheçam os potenciais impactos das mudanças climáticas no nosso planeta e as soluções usadas para gerenciar essa questão", afirmaram Benjamin Kott, representante de negócios ecológicos, e Jonas Vang, analista industrial, no blog oficial da Google.

    Al Gore, ex-vice-presidente americano e celebridade do ativismo ambiental, discorre sobre a importância de acompanhar as mudanças ambientais em um video-tour, disponível em google.com/landing/cop15. A demonstração simula os efeitos das emissões de CO2 na temperatura e níveis de precipitação do planeta, com impacto no nível dos oceanos, degelo das calotas polares e a escassez de água.

    Além disso, o Google tem a intenção de disponibilizar também funcionalidades que destaquem o que as comunidades ao redor do planeta estão fazendo para se adaptarem às novas condições climáticas e para reduzir o seu impacto ambiental.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Apple ultrapassa 2 bilhões de downloads no iTunes

    A Apple informou nesta segunda-feira que os downloads em sua loja de aplicativos iTunes ultrapassaram 2 bilhões e que agora o catálogo tem mais de 85 mil aplicativos disponíveis para iPhone e iPod Touch.

    A companhia não informou quantos dos programas oferecidos são pagos e quantos são gratuitos. A loja de aplicativos inspirou rivais a abrirem sites similares e ajudou a impulsionar as vendas de iPhones desde 2008.

    A Apple informou ter vendido mais de 50 milhões de aparelhos iPhone e iPod Touch em 77 países. A AT&T é distribuidora exclusiva do celular nos Estados Unidos.

    O Google também possui uma loja de aplicativos para a plataforma Android, mas com volume menor de aplicativos que a Apple.

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

    Linux "está inchado demais", diz seu criador

     

    Em palestra na LinuxCon, conferência que reuniu desenvolvedores, administradores e usuários do Linux em Portland, Estados Unidos, Linus Torvalds demonstrou sua preocupação com o inchaço no sistema. Ele afirmou que toda vez que uma nova característica é introduzida, o problema piora.

    De acordo com o último relatório da Linux Foundation, divulgado em agosto, entre a versão 2.6.24 e a versão 2.6.30 foram adicionadas 2,7 milhões de linhas de código. Torwalds disse não imaginar que as modificações seriam feitas tão rápido e garantiu que os desenvolvedores estão achando os bugs rapidamente. Mas a escalada de inclusão de recursos assusta o criador.

    Segundo o site InternetNews, Torwalds lamenta não ter uma solução para o problema: ¿Eu adoraria dizer que nós temos um plano. Às vezes, fico chateado, pois este não é, definitivamente, o kernel hipereficiente e simplificado que eu imaginei há 15 anos. O kernel está gigantesco e inchado.¿

    Embora exponha esses problemas, o criador do Linux afirmou que o sistema está funcionando melhor do que nunca e que seu trabalho está mais fácil com os avanços no processo de desenvolvimento. No entanto, ressalta, há muito ainda a ser feito para melhorá-lo.

    Windows 7 deixa PCs até 56% mais rápidos

    O Windows 7 deixa os computadores realmente mais rápidos, pelo menos é o que diz a fabricante chinesa Lenovo. A empresa informou nesta segunda-feira que "em modelos selecionados, o Windows 7 se inicializa 56% mais rápido em comparação ao Windows XP ou Vista, e se desliga em menos de cinco segundos". Para isso, entretanto, é preciso ter instalado um pacote especial de aplicativos criados pela Lenovo.

    A companhia, que ainda não comenta sobre o lançamento de novas máquinas com Windows 7 no Brasil, lançou um programa de certificação para determinados computadores rodarem melhor o sistema operacional da Microsoft, que chega às lojas em 22 de outubro. O "Windows 7 Lenovo Enhanced Experience" é um pacote de recursos e ferramentas que tornam melhor o desempenho da máquina com a versão 7 do Windows.

    Entre os recursos estão o aumento na velocidade de boot em comparação a outros produtos sem esse novo pacote e a melhoria no desempenho geral do desktop ou notebook. As máquinas voltadas ao consumidor final da linha Idea, por exemplo, com o "Enhanced Experience" rodam o Windows 7 cerca de 33% mais rápido do que aquelas sem o serviço, assim como desligam em metade do tempo.

    Já em máquinas corporativas, da linha Think, o Windows 7 liga o PC 56% mais rápido do que no XP ou Vista. O pacote Enhanced Experience inclui ainda ferramentas de manutenção, otimização e segurança de sistema.

    A Lenovo já está vendendo máquinas com o Enhanced Experience nos Estados Unidos. As máquinas serão identificadas com um selo especial no site da empresa (www.lenovo.com/win7ee).

    Fonte: http://tecnologia.terra.com.br